Pessoal, me desculpem. Hoje não tem nada de engraçado. Voces sabem que não é característica deste blogue tratar de assuntos políticos ou polêmicos. Mas, vez ou outra, me vejo na obrigação de abrir a boca. Abaixo, está o texto de uma carta enviada por mim, hoje, ao Forum dos Leitores, do jornal O Estado de São Paulo. Espero que eles publiquem, integralmente ou, ao menos, no seu principal. De minha parte, estarei divulgando esse texto em meu blogue e em listas de discussão das quais participo. É o seguinte:
"Senhores,
A imprensa vem noticiando casos, nestes últimos tempos, de aposentados que são surpreendidos com descontos de parcelas de empréstimos, em suas minguadas aposentadorias, sem que eles tenham sido beneficiados por tais empréstimos. Aparentemente, já são milhares de casos de vítimas desses golpes. Alguém fica com o dinheiro dos empréstimos e cabe aos aposentados lesados saírem atrás, provando que não receberam o dinheiro, que não têm nada a ver com os golpes. Mas, pergunta-se, quem é que fornece os dados dos aposentados e de suas aposentadorias, para que os estelionatários possam agir?
Minha esposa e eu, ambos aposentados, ainda não fomos vítimas desse tipo de golpe, porém, há tempos vimos sendo atormentados, telefonicamente, por pessoas que se dizem agentes do BMG e de outros bancos de porte pequeno, nos oferecendo intermediação para a obtenção de empréstimos junto à Previdência Social. Eles têm nossos nomes completos, nosso número de telefone, sabem os valores que recebemos a título de aposentadoria, conhecem os valores máximos que poderemos obter de empréstimos consignados, e assim por diante. Ora, quem é que lhes fornece esses dados, que, presumivelmente, são conhecidos apenas pela Previdência Social? Não são dados sigilosos?Será que existem funcionários do INSS envolvidos, ganhando dinheiro com a venda de dados sigilosos e, talvez, envolvidos na aprovação desses empréstimos, a troco de comissão sobre os valores assim obtidos de forma fraudulenta, com características de estelionato?
Tudo isso deve ser uma coisa muito lucrativa, pois só na data de hoje, dia 2 de fevereiro, recebemos três telefonemas de assim ditos agentes do BMG nos oferecendo esses tais empréstimos consignados. Quem está por trás de tudo isto? Quem está fornecendo esses dados que só interessam a nós, aposentados, e à Previdência Social?"
- - - - -
Gentes, isso é um absurdo! Trabalhei mais de 45 anos antes de obter minha aposentadoria. Tenho de continuar trabalhando, pois o que a Previdência Social me paga é insuficiente para chegar perto do padrão de vida dos meus tempos de atividade plena. A Presidente deste país veta os índices para um aumento condigno aos aposentados. Aposentados, neste país, são considerados "peso morto", esquecendo-se, as autoridades, que os mesmos trabalharam e contribuiram com seus esforços para que este país se transformasse na sétima economia mundial, prestes a chegar ao sexto lugar, apesar dos bolsões de pobreza e desigualdades sociais que continuam existindo. Esquecem-se que nós, aposentados, durante nossas vidas, contribuimos para a formação do patrimônio da Previdência Social que deveria nos proporcionar a garantia de uma sobrevida digna. E, agora, ainda temos que conviver com amolações e sobressaltos como os narrados em minha carta ao jornal?
Tenho uma curiosidade: será que ilustres aposentados, como o ex-presidente Lula, o ex-presidente FHC, e outros políticos de renome nacional, estão passando por essas mesmas raivas, por essas mesmas apreensões?
Abração,
JF
O Blog do J.F.!
Quinta-feira, Fevereiro 02, 2012
Segunda-feira, Janeiro 16, 2012
ARMAÇÃO, EM ARMAÇÃO DOS BÚZIOS
Lá nos idos dos anos 60/70, no longínquo século XX, havia uma atriz francesa que andou freqüentando a praia em Búzios. Muito marmanjão viajava para lá, na esperança de tirar uma lasquinha dela ou, pelo menos, vê-la fazer um topelesinho maneiro, Aparentemente, ninguém se deu bem. Só a atriz se deu bem. Brigitte Bardot, parece-me, ganhou uma estátua na cidade.
Mas, vamos deixar essa história de lado e vamos ao que interessa.
“Bem feito! Você não sabe que além de proibido isso é perigoso?”
“Só mesmo vendo como é que dói! Só mesmo vendo como é que dói! Trabalhar em Madureira, Viajar na Cantareira e morar em Niterói!”
Ehhh, saudosa Cantareira! Um dos serviços de barcos que traziam povo do outro lado da baia, devolvendo-o mais tarde, e que, certamente, a Brigitte não usou para ir a Búzios.
Ora, se nunca passei de Niterói, nem para ir espiar a Brigitte Bardot (juro!!!), como pude ser multado por estar em uma cidade bem lá prá cima? “Durma-se com um barulho desses”, como seria dito na época do Conselheiro.
Mas, pensando bem, até que foi “bem feito” para mim. Quem mandou eu não ir a Búzios espiar a BB? Pelo menos eu saberia, agora, onde é a cidade. Tontão!!!
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Gentes, na última blogagem , falei dos “ditos mal ditos”. Volto ao assunto porque esqueci-me de um, que fotografei, num ginásio de esportes na cidade de Registro-SP, lá por 2006/7, durante uma exposição de orquídeas.
Mas, vamos deixar essa história de lado e vamos ao que interessa.
Gentes, fui multado. Falando ao celular, enquanto dirigia, às 15,36 hs, do dia 23 de setembro de 2011, uma sexta feira. Sei que muita gente irá dizer:
“Bem feito! Você não sabe que além de proibido isso é perigoso?”
Pois é! Sei! Tanto que, quando toca meu celular e eu estou dirigindo, deixo-o tocando até que ele canse. Mas, no município de Armação dos Búzios, ou Armação de Búzios (a Prefeitura local se utiliza das duas formas), ou simplesmente Búzios, na falta de alguma atriz para distrair a molecada, resolveram investir no JF. Ou seja: eu! E lá estava o agente de trânsito, na minha cola, pronto para me autuar. Não tinha coisa melhor para fazer, não?
O problema é o seguinte: no estado do Rio de Janeiro, em direção ao norte, o máximo a que já cheguei, em toda a minha vida, foi Niteroi! Sabem Niteroi? Aquela da música do Gordurinha, lá do tempo dos antanhos:
“Só mesmo vendo como é que dói! Só mesmo vendo como é que dói! Trabalhar em Madureira, Viajar na Cantareira e morar em Niterói!”
Ehhh, saudosa Cantareira! Um dos serviços de barcos que traziam povo do outro lado da baia, devolvendo-o mais tarde, e que, certamente, a Brigitte não usou para ir a Búzios.
Ora, se nunca passei de Niterói, nem para ir espiar a Brigitte Bardot (juro!!!), como pude ser multado por estar em uma cidade bem lá prá cima? “Durma-se com um barulho desses”, como seria dito na época do Conselheiro.
Pois bem! Acontece que, pela manhã do dia 23 de setembro, eu saí de Itatiba/SP em direção à cidade de Sorocaba/SP, que dista uns 650 Km de Búzios. À tarde, retornei a Itatiba. E como provar? Fácil! Como rodo bastante pelas estradas, utilizo-me do serviço do “Sem Parar”. Ou seja: não paro nos postos de pedágio. Minha passagem é registrada por uma câmera e, no fim do mês, recebo a fatura com o valor de todos os pedágios pelos quais passei e cujo valor me é debitado (antecipadamente!!!) no cartão de crédito. E vocês sabem que no estado de São Paulo os pedágios são quase tão numerosos quanto os dias do ano. E estava tudo lá na fatura: os pedágios da ida e da volta. Imaginem que, às 15,57 hs, do dia 23 de setembro, foi registrada a presença de meu carro no pedágio de Itupeva/SP, caminho da volta, cidade a uns seiscentos e poucos Km de Búzios. E o melhor: a notificação da multa informava que não havia fotografia do veículo, por ter sido apenas anotada a placa pelo agente de trânsito. Que legal! Obviamente, na minha defesa, eu aleguei que um simples veículo VW não conseguiria fazer o percurso Búzios a Itupeva em 21 minutos, à velocidade supersônica de 1.900 Km por hora. Acho que nem os aviões da FAB conseguiriam. Agora, é aguardar o resultado de minha defesa. Por sorte eu tinha a fatura do “Sem Parar” como prova. Mas, e se não tivesse? Era pagar e ficar quietinho, pois quem tem de provar alguma coisa, neste caso, é o acusado. E dizem que essa história de “indústria da multa” é coisa que não existe!
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No banheiro masculino, o aviso: “ABSORVENTES – Não jogar no vaso sanitario. Jogar no cesto”
Sim, minha senhora. Eu sei que a senhora observou. O “vaso sanitário” estava tão sem acento quanto o vaso sanitário estava sem assento. Não é isso que a senhora ia dizer? Ahh! Entendi! Sim, o aviso estava no banheiro masculino. Verdade! Visto por estes olhos e fotografado por estas mãos que, um dia, a terra há de os comer!
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Gentes, o Ed acabou de passar por uma cirurgia nos olhos e está enxergando bem demais.
Nestes próximos dias ele estará blogando e contando a saga. Lá no blogue dele:
Aguardem um pouco, mas não percam.
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Por hora, é isso.
Um abração para todo mundo e até breve.
JF
Sábado, Dezembro 31, 2011
DITOS MAL DITOS
Gentes, frases e coisas recolhidas por aí.
Meu filho chegou de Araraquara e contou-me o slogam que viu por lá, de uma ótica: “Ótica F..., onde você trata a vista e paga a prazo”.
Notável, não é mesmo? Grande criatividade!
“Nesse meio tempo, tive dois enfartes fulminantes!!!”
Gentes, ficar olhando para fantasma não é comigo. Abandonei a fila e fui embora.
_ _ _ _ _
Minha amiga Claudinha, aquela menina que escreve poesia em prosa, lá do blogue "Transmimentos de Pensações" http://transmimentos.blogspot.com/ fez uma mensção às órquídeas que me deixou muito feliz. Por sinal, a Claudinha também escreve poesia sob a forma de fotos, lá no "Lentes 2" http://lentes2.blogspot.com/
Claudinha, que as orquídeas e mais todas as suas plantas se multipliquem e floresçam sempre mais e mais, juntamente com todos os seus desejos. Feliz 2012 para você e sua família.
_ _ _ _ _
Pessoal,
Nesta virada de ano, em que não acertei a “Megasena da Virada”, desejo a todos aqueles que por aqui passam e seus familiares, todos meus amigos, um feliz 2012, com muita paz, amor, saúde, alegrias, realizações, sucessos, viagens maravilhosas, acertos na megasena, conta corrente bancária sempre "no azul", etc., etc., etc. (sendo que estes etcs. subentendem só coisas boas). A Nina está berrando lá de longe:
“Não esqueça de colocar que eu também desejo tudo isso a todos”. Recado dado!
Abração,
JF
Meu filho chegou de Araraquara e contou-me o slogam que viu por lá, de uma ótica: “Ótica F..., onde você trata a vista e paga a prazo”.
Notável, não é mesmo? Grande criatividade!
Certa vez, passando por Volta Redonda/RJ, Nina e eu até paramos para tirar uma foto: “Canário Moto Aventura – Unindo o Motociclista a Jesus”. Só não explicava se antes ou depois do desastre.
Dia desses, na fila dos velhinhos, no Bradesco, sendo que eu era o segundo velhinho da fila, um terceiro velhinho passou na frente para conversar com o primeiro velhinho. Pelo que pude entender havia muito tempo que não se viam. Lógico que conversa de velhinho com velhinho, de forma geral, é sobre a saúde. O que me chamou a atenção, mesmo, foi a frase do terceiro para o primeiro velhinho:“Nesse meio tempo, tive dois enfartes fulminantes!!!”
Gentes, ficar olhando para fantasma não é comigo. Abandonei a fila e fui embora.
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Minha amiga Claudinha, aquela menina que escreve poesia em prosa, lá do blogue "Transmimentos de Pensações" http://transmimentos.blogspot.com/ fez uma mensção às órquídeas que me deixou muito feliz. Por sinal, a Claudinha também escreve poesia sob a forma de fotos, lá no "Lentes 2" http://lentes2.blogspot.com/
Claudinha, que as orquídeas e mais todas as suas plantas se multipliquem e floresçam sempre mais e mais, juntamente com todos os seus desejos. Feliz 2012 para você e sua família.
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Pessoal,
Nesta virada de ano, em que não acertei a “Megasena da Virada”, desejo a todos aqueles que por aqui passam e seus familiares, todos meus amigos, um feliz 2012, com muita paz, amor, saúde, alegrias, realizações, sucessos, viagens maravilhosas, acertos na megasena, conta corrente bancária sempre "no azul", etc., etc., etc. (sendo que estes etcs. subentendem só coisas boas). A Nina está berrando lá de longe:
“Não esqueça de colocar que eu também desejo tudo isso a todos”. Recado dado!
Abração,
JF
Domingo, Outubro 23, 2011
UMA SIMPLES COMPRA DE CAMISA
Meu amigo Itamar, lá de Aracaju/SE, enviou esta história para as listas de discussão de internet NESO e am_or. É uma ótima história. Tão boa que pedi ao Itamar para reprisá-la aqui no blog. Aí vai.
UMA SIMPLES COMPRA DE CAMISA
Fomos ao shopping, a Vanda, nosso filho, Jr, e eu, para comprarmos umas camisas esporte para o JR. Eram quase cinco da tarde. Já no shopping e já andado por duas lojas, resolvi que ficaria lendo um jornal e tomando um chope enquanto a Vanda e o Jr comprariam as camisas. Assim achei melhor que acompanhar o dois por todos os lados. Já estava para terminar meu segundo chope quando o Jr veio me buscar dizendo que a Vanda escolheu duas camisas para mim e que eu fosse ver. Na loja, a Vanda tinha escolhido quatro camisas para mim e que eu escolhesse, destas, duas que me agradassem.
De imediato disse:
– Esta e esta.
A Vanda logo contestou:
– E porque não as outras duas, eu gostei delas.
- Porque você disse para que eu escolhesse duas entre as quatro.
- Mas estas outras duas estão tão bonitas...
- Tudo bem. Levaremos as duas que você escolheu.
- Mas eu quero que a escolha seja sua.
- Mas minha filha, assim eu chamo a Vanda, eu já escolhi e você não gostou da escolha.
- Mas eu ainda gosto mais das que eu escolhi embora eu tenha gostado das quatro.
- Por que então você me chamou para que escolhesse? Teria sido melhor você ter logo comprado e assim me faria uma surpresa.
- Mas como é difícil comprar uma camisa para você!
- Minha filha, não tem nada difícil. Levaremos as quatro, então. Eu gostei de duas e você de duas, certo?
- Mas assim você está somente querendo me agradar.
- Mas eu vivo para lhe agradar, este é o meu prazer.
- Tudo bem. Levaremos as que você escolheu. Não quero que você leve as que eu escolhi, a contra gosto.
- Não adianta minha filha, não perderei a paciência. Levaremos uma de sua escolha e outra de minha escolha.
- Vamos levar as quatro. Mas eu gostei mesmo foi daquelas duas que estão na vitrine...
- Por favor, vendedora, pegue este cartão e conclua a venda destas quatro camisas, por favor!
Meu bom dia para todos vocês.
Abraços, Itamar.
- - - - - -
Este é um testemunho para que todos vejam como nós, maridos, somos pacientes. KKKKKKKKK
Abração e até à próxima.
JF
UMA SIMPLES COMPRA DE CAMISA
Fomos ao shopping, a Vanda, nosso filho, Jr, e eu, para comprarmos umas camisas esporte para o JR. Eram quase cinco da tarde. Já no shopping e já andado por duas lojas, resolvi que ficaria lendo um jornal e tomando um chope enquanto a Vanda e o Jr comprariam as camisas. Assim achei melhor que acompanhar o dois por todos os lados. Já estava para terminar meu segundo chope quando o Jr veio me buscar dizendo que a Vanda escolheu duas camisas para mim e que eu fosse ver. Na loja, a Vanda tinha escolhido quatro camisas para mim e que eu escolhesse, destas, duas que me agradassem.
De imediato disse:
– Esta e esta.
A Vanda logo contestou:
– E porque não as outras duas, eu gostei delas.
- Porque você disse para que eu escolhesse duas entre as quatro.
- Mas estas outras duas estão tão bonitas...
- Tudo bem. Levaremos as duas que você escolheu.
- Mas eu quero que a escolha seja sua.
- Mas minha filha, assim eu chamo a Vanda, eu já escolhi e você não gostou da escolha.
- Mas eu ainda gosto mais das que eu escolhi embora eu tenha gostado das quatro.
- Por que então você me chamou para que escolhesse? Teria sido melhor você ter logo comprado e assim me faria uma surpresa.
- Mas como é difícil comprar uma camisa para você!
- Minha filha, não tem nada difícil. Levaremos as quatro, então. Eu gostei de duas e você de duas, certo?
- Mas assim você está somente querendo me agradar.
- Mas eu vivo para lhe agradar, este é o meu prazer.
- Tudo bem. Levaremos as que você escolheu. Não quero que você leve as que eu escolhi, a contra gosto.
- Não adianta minha filha, não perderei a paciência. Levaremos uma de sua escolha e outra de minha escolha.
- Vamos levar as quatro. Mas eu gostei mesmo foi daquelas duas que estão na vitrine...
- Por favor, vendedora, pegue este cartão e conclua a venda destas quatro camisas, por favor!
Meu bom dia para todos vocês.
Abraços, Itamar.
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Este é um testemunho para que todos vejam como nós, maridos, somos pacientes. KKKKKKKKK
Abração e até à próxima.
JF
Terça-feira, Agosto 09, 2011
NÃO CORRA, DOIDÃO!
Gentes, vocês têm observado como tem aumentado a quantidade de radares nas estradas? Em compensação, desaparecem os policiais rodoviários. Antigamente, os policiais ficavam postados em pontos estratégicos, munidos de binóculo e cronômetro. Motorista pego em infração de trânsito levava uma bronca daquelas! Era para não esquecer tão cedo. Hoje, não! Você está em casa, tranqüilo, e chega sua correspondência. E, no meio de uma infinidade de mensagens de propaganda, você recebe uma multa relativa a excesso de velocidade em um local que você precisa se esforçar para lembrar que passou por ali. E onde foram parar aqueles policiais que ficavam surpreendendo os que corriam demais, os que ultrapassavam pelo acostamento, os que ultrapassavam em locais proibidos, e assim por diante, especialistas em passar aquela lição de moral nos motoristas infratores? Sumiram! Parece que, hoje em dia, não há mais o interesse de educar o motorista. Apenas o de multar. Apenas rechear os cofres.
Mas, os encontros com os policiais rodoviários, às vezes, originavam histórias engraçadas.
Em 1961, fomos conhecer Brasília. As estradas não tinham a estrutura de hoje em dia, mas até que davam para viajar-se nelas. E, assim, meus pais, minhas duas irmãs e eu seguimos para a nova capital no carro que meu pai tinha na ocasião, um Chevrolet Bel-Air, 54, em uma época em que automóvel era feito para durar bastante. Gentes, como Brasília era longe! Meu pai não era de correr. Porém, nas circunstâncias, estava voando baixo. Pois não é que, lá pelas tantas, um policial rodoviário mandou meu pai parar?
“O senhor vinha pela estrada a mais de 120 por hora.”
“Não, “seu” guarda. Eu vinha controlando o velocímetro. Estava a 80 Km por hora.”
O policial olhou para o velocímetro:
“Seu velocímetro não marca em quilômetros. Seu velocímetro marca em milhas.”
E o motorista (meu pai), fazendo-se de inocente:
“Ora, e não é a mesma coisa?”
“Lógico que não! Quando seu velocímetro marca 60 milhas, o senhor está a 90 Km por hora. A 80 milhas, o senhor está a 120 Km!”
Na verdade, até um pouco mais, pois a milha terrestre corresponde a pouco mais de 1.609 metros. Mas, o motorista não iria, nessa hora, querer dar o braço a torcer e nem ensinar detalhes ao policial.
“Um momento, “seu” guarda!” Meu pai procurou um papel e algo que escrevesse e pediu ao policial que repetisse as medidas.
“Quando seu velocímetro marca 60 milhas, o senhor está a 90 Km por hora. A 80 milhas, o senhor está a 120 Km por hora!”
Meu pai, diligentemente, anotou no papel:
60 milhas = 90 Km 80 milhas = 120 Km
“Então, “seu” guarda. Pelo que estou entendendo, eu só posso ir um pouquinho acima das 50 milhas, que equivalem a 80 Km?”
“É isso mesmo!”
“Muito obrigado, “seu” guarda. Agora que anotei, já estou sabendo. Vou tomar cuidado.”
“Muito bem! Não vou multá-lo, desta vez. Mas, fique dentro desse limite.”
E, assim, sob muitas gargalhadas, continuamos com nossa viagem a Brasília. Nem preciso dizer que, dois minutos depois, com a autoridade já distante, o velocímetro do carro voltou a marcar 80 milhas por hora.
Bons tempos aqueles em que a gente encontrava pela frente um policial rodoviário. Hoje, radar nenhum iria ensinar ao meu pai a relação entre a milha e o quilômetro. Se bem que ele sabia e muito bem.
Meu pai e minha mãe indo para Sorocaba. Minha mãe na direção do fusquinha 58, novinho, dos primeiros fabricados na recém inaugurada fábrica de São Bernardo do Campo. Minha mãe tinha pé pesado! Como corria! O guarda mandou parar e pediu os documentos. Ao ver o sobrenome, ele perguntou:
“A senhora é parente do Padre Aldo, de Sorocaba?”
Salva! O guarda era amigo do Pe. Aldo, segundo ela imaginou. Abrindo um sorriso, respondeu:
“Sou, sim. Ele é primo do meu marido.”
“Só podia ser! Eu multo o Pe. Aldo, nesta estrada, por excesso de velocidade, quase toda semana!”
E minha mãe,com sorriso amarelado, amargou mais uma multa por excesso de velocidade em estrada.
Bons tempos! Eu também passei por uma dessas, incólume. Mas, a postagem está ficando longa. Fica para outra hora.
- - - -
A LOIRA DE GUAXUPÉ/MG
Gentes, depois de abraçar a loira errada, pensando que era a loira certa, na exposição de orquídeas de Rio Claro, conforme contei na última blogagem, quero, agora, me redimir. Apresento para vocês a Rainha das Orquídeas de Guaxupé/MG, na exposição de orquídeas dessa cidade, no final de julho. O fato de ela ser loira é mera coincidência. O que eu estava fazendo ao lado dela? Foi mera coincidência! Juro!
- - - -
O BLOG DO ED (meu cão beagle)
Pessoas e pessoos. O Eddie Wood, meu cão, estará postando uma nova mensagem, amanhã, lá no seu blog http://edbeagle.blogspot.com/ Não deixem de ver. Será sua postagem comemorativa ao seu décimo aniversário.
- - - -
A foto com a Rainha das Orquídeas foi feita pela Nina. Que é que vocês estavam pensando?
- - - -
Abração e até à próxima
JF
Mas, os encontros com os policiais rodoviários, às vezes, originavam histórias engraçadas.
Em 1961, fomos conhecer Brasília. As estradas não tinham a estrutura de hoje em dia, mas até que davam para viajar-se nelas. E, assim, meus pais, minhas duas irmãs e eu seguimos para a nova capital no carro que meu pai tinha na ocasião, um Chevrolet Bel-Air, 54, em uma época em que automóvel era feito para durar bastante. Gentes, como Brasília era longe! Meu pai não era de correr. Porém, nas circunstâncias, estava voando baixo. Pois não é que, lá pelas tantas, um policial rodoviário mandou meu pai parar?
“O senhor vinha pela estrada a mais de 120 por hora.”
“Não, “seu” guarda. Eu vinha controlando o velocímetro. Estava a 80 Km por hora.”
O policial olhou para o velocímetro:
“Seu velocímetro não marca em quilômetros. Seu velocímetro marca em milhas.”
E o motorista (meu pai), fazendo-se de inocente:
“Ora, e não é a mesma coisa?”
“Lógico que não! Quando seu velocímetro marca 60 milhas, o senhor está a 90 Km por hora. A 80 milhas, o senhor está a 120 Km!”
Na verdade, até um pouco mais, pois a milha terrestre corresponde a pouco mais de 1.609 metros. Mas, o motorista não iria, nessa hora, querer dar o braço a torcer e nem ensinar detalhes ao policial.
“Um momento, “seu” guarda!” Meu pai procurou um papel e algo que escrevesse e pediu ao policial que repetisse as medidas.
“Quando seu velocímetro marca 60 milhas, o senhor está a 90 Km por hora. A 80 milhas, o senhor está a 120 Km por hora!”
Meu pai, diligentemente, anotou no papel:
60 milhas = 90 Km 80 milhas = 120 Km
“Então, “seu” guarda. Pelo que estou entendendo, eu só posso ir um pouquinho acima das 50 milhas, que equivalem a 80 Km?”
“É isso mesmo!”
“Muito obrigado, “seu” guarda. Agora que anotei, já estou sabendo. Vou tomar cuidado.”
“Muito bem! Não vou multá-lo, desta vez. Mas, fique dentro desse limite.”
E, assim, sob muitas gargalhadas, continuamos com nossa viagem a Brasília. Nem preciso dizer que, dois minutos depois, com a autoridade já distante, o velocímetro do carro voltou a marcar 80 milhas por hora.
Bons tempos aqueles em que a gente encontrava pela frente um policial rodoviário. Hoje, radar nenhum iria ensinar ao meu pai a relação entre a milha e o quilômetro. Se bem que ele sabia e muito bem.
Meu pai e minha mãe indo para Sorocaba. Minha mãe na direção do fusquinha 58, novinho, dos primeiros fabricados na recém inaugurada fábrica de São Bernardo do Campo. Minha mãe tinha pé pesado! Como corria! O guarda mandou parar e pediu os documentos. Ao ver o sobrenome, ele perguntou:
“A senhora é parente do Padre Aldo, de Sorocaba?”
Salva! O guarda era amigo do Pe. Aldo, segundo ela imaginou. Abrindo um sorriso, respondeu:
“Sou, sim. Ele é primo do meu marido.”
“Só podia ser! Eu multo o Pe. Aldo, nesta estrada, por excesso de velocidade, quase toda semana!”
E minha mãe,com sorriso amarelado, amargou mais uma multa por excesso de velocidade em estrada.
Bons tempos! Eu também passei por uma dessas, incólume. Mas, a postagem está ficando longa. Fica para outra hora.
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A LOIRA DE GUAXUPÉ/MG
Gentes, depois de abraçar a loira errada, pensando que era a loira certa, na exposição de orquídeas de Rio Claro, conforme contei na última blogagem, quero, agora, me redimir. Apresento para vocês a Rainha das Orquídeas de Guaxupé/MG, na exposição de orquídeas dessa cidade, no final de julho. O fato de ela ser loira é mera coincidência. O que eu estava fazendo ao lado dela? Foi mera coincidência! Juro!
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O BLOG DO ED (meu cão beagle)
Pessoas e pessoos. O Eddie Wood, meu cão, estará postando uma nova mensagem, amanhã, lá no seu blog http://edbeagle.blogspot.com/ Não deixem de ver. Será sua postagem comemorativa ao seu décimo aniversário.
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A foto com a Rainha das Orquídeas foi feita pela Nina. Que é que vocês estavam pensando?
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Abração e até à próxima
JF
Terça-feira, Junho 21, 2011
PIZZA DE ALFACE
Vocês sabem o que é ir a uma pizzaria e ficar comendo pizza de alface? Pois foi o que aconteceu comigo, neste último fim de semana, em Rio Claro/SP.
A exposição de orquídeas de Rio Claro transformou-se, com o correr dos anos, num ponto de encontro nacional dos orquidófilos. Vem gente de muitos estados e até da Argentina, Bolívia. Nesses encontros, muitas amizades de internet se materializam, além de se solidificarem velhas amizades. No ar, além da beleza das flores, a alegria do encontro com os amigos.
Na sexta feira à tarde, logo ao chegar ao estacionamento do hotel, vi uma amiga querida, de São Paulo, que não via há algum tempo, a Suzi. Larguei as malas no chão e fui em direção a ela, já com os braços abertos. Um sonoro beijo no rosto e um abraço bem caloroso. A Nina, que vinha atrás, também deu um abraço. Só que não tão entusiasmado. Pareceu-me que ela achava que tinha alguma coisa que não estava certa. Meu amigo Damião, que fora comigo, aproximou-se e eu anunciei, entusiasmado:
“Olha só quem está aqui!”
Damião aproximou-se e também a abraçou, certo de ser alguma amiga, embora ele não tivesse reconhecido.
Bom, ao lado da Suzi havia um senhor, que, pela idade, imaginei ser o pai dela. O senhor possível pai sorriu para mim e foi logo estendendo a mão e se apresentando. Nem me perguntem o nome dele, pois acabei não guardando. Porém, outros amigos que estavam por perto, tendo me visto abraçar tão calorosamente a loira... Havia me esquecido: a Suzi é loira! Pois esses amigos, depois, me perguntavam:
“Quem é ela?”
“A Suzi. Vocês não reconheceram?”
“Ué! A Suzi cresceu e parou de usar óculos?” Ficou todo mundo na dúvida, embora eu insistisse.
E foi assim que todos ficaram sabendo, graças a mim, que a Suzi tinha ido à exposição de orquídeas de Rio Claro. Pior foi a Carmen!
“Eu convidei a Suzi para vir comigo e ela disse que não podia. Precisei viajar sozinha e agora ela aparece por aí!”
À noite, ao voltarmos da inauguração solene da exposição, a Suzi estava na recepção do hotel pegando a chave do apartamento. Juliana não agüentou mais e perguntou quem era ela.
“Sou a Deolinda. Sou orquidófila, de Rio Preto!”
Gentes, notícia ruim se espalha mais que tiririca em terra boa. Era óbvio que eu beijara (no rostoooo!) e abraçara a loira errada. Mas, convenhamos, houve a conivência dela! Afinal, não protestou! Mesmo eu a chamando de Suzi. Verdade que a Nina duvidou da identidade, mas achou que eu conhecia a pessoa.
Manhã seguinte, no restaurante do hotel para o café da manhã, a notícia do “abraço do JF” já se espalhara e estava na boca de todo mundo. Evidentemente, alguns engraçadinhos começaram a exagerar na descrição do abraço e... Vocês sabem como são os maldosos, não é mesmo?O certo é que todos riam às minhas custas.
Alguns minutos depois e a falsa Suzi aparece no restaurante. Comoção geral! Eu fiquei com vontade de me jogar no chão e ir me esgueirando, engatinhando por entre as mesas, até chegar à porta. Minha amiga Vera, de Fortaleza, que já estava com dor nos maxilares de tanto rir, chamou a falsa Suzi, que nesta hora também já estava sabendo do que estava acontecendo, para esclarecer tudo. Felizmente, a verdadeira Deolinda, ou falsa Suzi, como queiram, levou tudo na esportiva e também caiu na risada. Nina e ela até bateram longos papos.
Mais tarde, ao saber que a Suzi era uma falsa Suzi, até a Carmen se acalmou e foi mais uma a ficar rindo de minha cara. Pode uma coisa dessas? Será que ninguém pode perdoar e esquecer-se de um pequeno e ingênuo (juro!) engano?
Gentes, depois de tudo isso, olhando melhor, tirando o fato de ambas serem loiras, até que não eram assim tão parecidas. Fazer o que, não é mesmo? Na verdade, eu nunca fui bom com nomes e fisionomias. Por isso, senhoras que estão lendo esta crônica, se, um dia, eu me aproximar de vocês e lhes der um beijo estalado no rosto e um abraço apertado, por favor, não me levem a mal. Eu não sou um cafageste inescrupuloso e sem vergonha. Sou apenas um pacato míope!
Ah! E o por quê de eu estar comendo pizza de alface? Foi a Nina:
“Isso só pode ser excesso de colesterol! Daqui para a frente, você só come pizza de alface. Por castigo e para aprender a não ficar beijando e abraçando loiras por aí. E nem morenas!”
- - - - -
Gentes, só mais uma historinha. Bem pequena!
Fui ao aeroporto de Viracopos pegar minhas amigas Vera e a filha Juliana, que vieram de Fortaleza para participar da Expo-Rio Claro. O avião chegou com atraso.
Imaginem que, na escala em Salvador, avião descendo e, de repente, uma arremetida e voltou a subir. Depois, ficou sobrevoando Salvador até, de novo, começar as manobras de pouso. Desta vez, com sucesso.
Mas, enquanto sobrevoavam a cidade, o comandante informou a razão para a interrupção da manobra de pouso: um bando de cães passeava tranquilamente pelas pistas. Só rindo, mesmo!
- - - - -
A foto é de autoria de minha amiga Carmen, de São Paulo.
Abração e até à próxima.
JF
A exposição de orquídeas de Rio Claro transformou-se, com o correr dos anos, num ponto de encontro nacional dos orquidófilos. Vem gente de muitos estados e até da Argentina, Bolívia. Nesses encontros, muitas amizades de internet se materializam, além de se solidificarem velhas amizades. No ar, além da beleza das flores, a alegria do encontro com os amigos.
Na sexta feira à tarde, logo ao chegar ao estacionamento do hotel, vi uma amiga querida, de São Paulo, que não via há algum tempo, a Suzi. Larguei as malas no chão e fui em direção a ela, já com os braços abertos. Um sonoro beijo no rosto e um abraço bem caloroso. A Nina, que vinha atrás, também deu um abraço. Só que não tão entusiasmado. Pareceu-me que ela achava que tinha alguma coisa que não estava certa. Meu amigo Damião, que fora comigo, aproximou-se e eu anunciei, entusiasmado:
“Olha só quem está aqui!”
Damião aproximou-se e também a abraçou, certo de ser alguma amiga, embora ele não tivesse reconhecido.
Bom, ao lado da Suzi havia um senhor, que, pela idade, imaginei ser o pai dela. O senhor possível pai sorriu para mim e foi logo estendendo a mão e se apresentando. Nem me perguntem o nome dele, pois acabei não guardando. Porém, outros amigos que estavam por perto, tendo me visto abraçar tão calorosamente a loira... Havia me esquecido: a Suzi é loira! Pois esses amigos, depois, me perguntavam:
“Quem é ela?”
“A Suzi. Vocês não reconheceram?”
“Ué! A Suzi cresceu e parou de usar óculos?” Ficou todo mundo na dúvida, embora eu insistisse.
E foi assim que todos ficaram sabendo, graças a mim, que a Suzi tinha ido à exposição de orquídeas de Rio Claro. Pior foi a Carmen!
“Eu convidei a Suzi para vir comigo e ela disse que não podia. Precisei viajar sozinha e agora ela aparece por aí!”
À noite, ao voltarmos da inauguração solene da exposição, a Suzi estava na recepção do hotel pegando a chave do apartamento. Juliana não agüentou mais e perguntou quem era ela.
“Sou a Deolinda. Sou orquidófila, de Rio Preto!”
Gentes, notícia ruim se espalha mais que tiririca em terra boa. Era óbvio que eu beijara (no rostoooo!) e abraçara a loira errada. Mas, convenhamos, houve a conivência dela! Afinal, não protestou! Mesmo eu a chamando de Suzi. Verdade que a Nina duvidou da identidade, mas achou que eu conhecia a pessoa.
Manhã seguinte, no restaurante do hotel para o café da manhã, a notícia do “abraço do JF” já se espalhara e estava na boca de todo mundo. Evidentemente, alguns engraçadinhos começaram a exagerar na descrição do abraço e... Vocês sabem como são os maldosos, não é mesmo?O certo é que todos riam às minhas custas.
Alguns minutos depois e a falsa Suzi aparece no restaurante. Comoção geral! Eu fiquei com vontade de me jogar no chão e ir me esgueirando, engatinhando por entre as mesas, até chegar à porta. Minha amiga Vera, de Fortaleza, que já estava com dor nos maxilares de tanto rir, chamou a falsa Suzi, que nesta hora também já estava sabendo do que estava acontecendo, para esclarecer tudo. Felizmente, a verdadeira Deolinda, ou falsa Suzi, como queiram, levou tudo na esportiva e também caiu na risada. Nina e ela até bateram longos papos.
Mais tarde, ao saber que a Suzi era uma falsa Suzi, até a Carmen se acalmou e foi mais uma a ficar rindo de minha cara. Pode uma coisa dessas? Será que ninguém pode perdoar e esquecer-se de um pequeno e ingênuo (juro!) engano?
Gentes, depois de tudo isso, olhando melhor, tirando o fato de ambas serem loiras, até que não eram assim tão parecidas. Fazer o que, não é mesmo? Na verdade, eu nunca fui bom com nomes e fisionomias. Por isso, senhoras que estão lendo esta crônica, se, um dia, eu me aproximar de vocês e lhes der um beijo estalado no rosto e um abraço apertado, por favor, não me levem a mal. Eu não sou um cafageste inescrupuloso e sem vergonha. Sou apenas um pacato míope!
Ah! E o por quê de eu estar comendo pizza de alface? Foi a Nina:
“Isso só pode ser excesso de colesterol! Daqui para a frente, você só come pizza de alface. Por castigo e para aprender a não ficar beijando e abraçando loiras por aí. E nem morenas!”
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Gentes, só mais uma historinha. Bem pequena!
Fui ao aeroporto de Viracopos pegar minhas amigas Vera e a filha Juliana, que vieram de Fortaleza para participar da Expo-Rio Claro. O avião chegou com atraso.
Imaginem que, na escala em Salvador, avião descendo e, de repente, uma arremetida e voltou a subir. Depois, ficou sobrevoando Salvador até, de novo, começar as manobras de pouso. Desta vez, com sucesso.
Mas, enquanto sobrevoavam a cidade, o comandante informou a razão para a interrupção da manobra de pouso: um bando de cães passeava tranquilamente pelas pistas. Só rindo, mesmo!
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A foto é de autoria de minha amiga Carmen, de São Paulo.
Abração e até à próxima.
JF
Domingo, Junho 12, 2011
CUIDADO COM AS IMITAÇÕES
Se há coisa que tenho raiva é imitação! Não estou falando das imitações feitas por humoristas, na TV. Destas, em sua grande maioria, eu tenho é pena dos tão mal imitados e... poxa!, tenho mais pena ainda dos imitadores que não sabem imitar. E o que dizer das imitações vindas do Paraguai? Whisky fajuto, com belas marcas escocesas, fabricado aqui no Brasil e contrabandeado para a ex pátria do Solano Lopes. E, de lá, recontrabandeado para o Brasil. Imitações de tênis, imitações de jeans! Tem as imitações de relógios Rolex...
Engraçado, assaltante não rouba Rolex falsificado! Só de bater o olho eles já sabem que é fajuto. Só o feliz possuidor, que deve ter pago uma nota, é que não nota.
Agora, o que me irrita mesmo, de verdade, no máximo de minha irritação, são aqueles que procuram passar-se por mim. É verdade! Imitadores do JF! Eu me explico.
Sou um cara deveras conhecido nos meios orquidófilos pátrios, extra-pátrios e até apátridos. Por quê? Porque sou, oras! E vocês sabem que minha modéstia me impede de vangloriar-me com isso.
O drama é quando compareço a alguma exposição de orquídeas e, depois, comento nas listas de discussão, da Internet. Certamente alguém irá responder:
“Você esteve lá? Puxa, eu também fui e não o conheci!”
Ou então:
“Caracoles, usted estabas allá? Mira, como no te reconoci?” Ou algo mais ou menos parecido com isso.
Dessa forma, para poder ser reconhecido por amigos internautas, nessas ocasiões, mandei fazer um boné no qual, na parte de cima, mandei bordar minhas iniciais, JF, que é como sou mundialmente conhecido nesses ambientes, modéstia à... Modéstia que vá às favas!
Acontece que a bordadeira gostou da idéia e a vendeu para alguma empresa fabricante estrangeira de roupas esportivas (talvez, a Adidas?). A idéia do boné com as iniciais? Não! Simplesmente, vendeu a idéia de minhas iniciais para utilização em qualquer coisa que cubra a cabeça.
Daí para frente, pelo mundo afora, uma porção de gente sequiosa de fama, mas longe dela, passou a utilizar-se de minhas iniciais, JF, na cabeça. Pode uma coisa dessas?
Vejam as fotos de alguns desses desconhecidos, espalhados por este mundão sem fim, que já aderiram à minha forma de ser devidamente reconhecido.
Portanto, meus amigos, ao se depararem com alguém com a cabeça encimada pelas iniciais JF, não se enganem! Examinem bem! Pode ser que não seja eu, o legítimo JF. Como me irritam esses caras que buscam seus minutos de fama!
- - - -
BELAS FOTOS, NO BLOGUE "LENTES2"
Pessoal, vocês conhecem a Claudinha, né? Do blogue "Transmimentos de Pensações" (http://transmimentos.blogspot.com/), onde ela faz prosa com sabor de poesia. Pois é! A Claudinha tem um outro blogue, "LENTES2" onde ela faz postagens de belas fotos. Na verdade, fotos com sabor de poesia. O endereço? http://lentes2.blogspot.com/ Vale a pena ver.
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Abração e até à próxima.
JF (o verdadeiro)
Engraçado, assaltante não rouba Rolex falsificado! Só de bater o olho eles já sabem que é fajuto. Só o feliz possuidor, que deve ter pago uma nota, é que não nota.
Agora, o que me irrita mesmo, de verdade, no máximo de minha irritação, são aqueles que procuram passar-se por mim. É verdade! Imitadores do JF! Eu me explico.
Sou um cara deveras conhecido nos meios orquidófilos pátrios, extra-pátrios e até apátridos. Por quê? Porque sou, oras! E vocês sabem que minha modéstia me impede de vangloriar-me com isso.
O drama é quando compareço a alguma exposição de orquídeas e, depois, comento nas listas de discussão, da Internet. Certamente alguém irá responder:
“Você esteve lá? Puxa, eu também fui e não o conheci!”
Ou então:
“Caracoles, usted estabas allá? Mira, como no te reconoci?” Ou algo mais ou menos parecido com isso.
Dessa forma, para poder ser reconhecido por amigos internautas, nessas ocasiões, mandei fazer um boné no qual, na parte de cima, mandei bordar minhas iniciais, JF, que é como sou mundialmente conhecido nesses ambientes, modéstia à... Modéstia que vá às favas!
Acontece que a bordadeira gostou da idéia e a vendeu para alguma empresa fabricante estrangeira de roupas esportivas (talvez, a Adidas?). A idéia do boné com as iniciais? Não! Simplesmente, vendeu a idéia de minhas iniciais para utilização em qualquer coisa que cubra a cabeça.
Daí para frente, pelo mundo afora, uma porção de gente sequiosa de fama, mas longe dela, passou a utilizar-se de minhas iniciais, JF, na cabeça. Pode uma coisa dessas?
Vejam as fotos de alguns desses desconhecidos, espalhados por este mundão sem fim, que já aderiram à minha forma de ser devidamente reconhecido.
Portanto, meus amigos, ao se depararem com alguém com a cabeça encimada pelas iniciais JF, não se enganem! Examinem bem! Pode ser que não seja eu, o legítimo JF. Como me irritam esses caras que buscam seus minutos de fama!
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BELAS FOTOS, NO BLOGUE "LENTES2"
Pessoal, vocês conhecem a Claudinha, né? Do blogue "Transmimentos de Pensações" (http://transmimentos.blogspot.com/), onde ela faz prosa com sabor de poesia. Pois é! A Claudinha tem um outro blogue, "LENTES2" onde ela faz postagens de belas fotos. Na verdade, fotos com sabor de poesia. O endereço? http://lentes2.blogspot.com/ Vale a pena ver.
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Abração e até à próxima.
JF (o verdadeiro)
Terça-feira, Maio 31, 2011
UMA COBRA NA CIDADE GRANDE
Lá pelos primeiros anos de sítio, nos anos 70, tínhamos muitas cobras pelas proximidades da casa. Posteriormente, com muita limpeza no entorno, conseguimos, praticamente, acabar com os ratos. E, com o fim dos ratos, as cobras foram sumindo. Hoje em dia, ainda aparecem, mas são raras.
Mas, naqueles tempos, imbuído de muito espírito cívico, em costumava capturar cobras e entregá-las ao Instituto Butantã, em São Paulo, para a utilização na produção de soro anti-ofídico. Também capturava aranhas para entrega ao Instituto Butantã. E, para mim, arrastou-se pelo chão era cobra perigosa. Escondeu-se atrás de algum tijolo ou pedaço de madeira, era aranha venenosa. E, nessas condições, o destino de cobras e aranhas capturadas era sempre o Instituto Butantã. Capturava a bicharada no final de semana e, segunda feira, lá estava eu entregando as caixas no Instituto.
Naquela época, eles tinham por norma (devem ter, ainda) enviar um cartão agradecendo a remessa e identificando o animal enviado. Muita gentileza, embora o agradecimento demorasse vários meses para chegar. E, quando chegava o cartão, às vezes havia alguma surpresa, como por exemplo: a cobra era uma inofensiva “limpa-campo”. Ou, então, a cobra era nada mais nada menos que uma “cobra cega”. Que, na verdade, não é cobra e, sim, um lagarto. Mas, como é que eu iria saber? A cobra aparecia e eu já saia correndo com uma caixa de papelão que jogava sobre ela. Depois, era uma tremenda ginástica para fechar a caixa, sem que a cobra fugisse. Lógico que, depois, eu fazia uns furinhos na caixa para que a coitada respirasse. Afinal, e se ela fosse asmática? Precisaria de muito ar.
Quando eu levava a bicharada em horário de expediente, em geral, eles abriam e davam a classificação na hora. Mas, quando era horário de almoço, entregava para alguém que estava por ali, pessoa não autorizada a abrir, deixava nome e endereço, e aguardava.
Certa vez, capturei uma tremenda cobra. Bem, não muito grande. Estava mais para média. Mas de estatura pequena... Tá bem! Era uma cobrinha. Talvez uns 60 ou 70 centímetros de comprimento. Ao entregar a caixa, o funcionário balançou e comentou:
“Nossa! Esta deve ser enoooormeee!!”
Saí de lá com raiva do sujeito. “Vai gozar da cara da mãe”, pensei comigo mesmo.
Nessa época, como eu tinha uma família de dois filhos e uma esposa que, ao viajarem por dois dias, faziam questão de levar bagagem suficiente para dois meses (é hoje que a Nina me bate!), eu tinha uma Variant que, além daquele baita espaço traseiro para malas e outras bagunças da família, tinha, também, um porta-malas na frente, que era onde eu carregava minhas tralhas (também tinha meus direitos, né?), inclusive caixas com cobras e vidros com aranhas.
Lembro até hoje. Foram dois meses depois de o engraçadinho brincar com o tamanho da cobra que eu levara. Mandei fazer uma lavagem total do carro. Quando o lavador foi tirar o estepe de dentro do porta-malas dianteiro, ao levantar o pneu, deu de cara com a cara de uma cobra descarada. O susto foi tão grande que ele mudou de cor, na hora. Ficou mais verde que camisa de palmeirense, depois ficou mais azul que o céu de anil brasileiro, aí ficou mais vermelho que telhado de casinha desenhada por criança de pré-primário... Enfim, passou por todas as cores do arco-íris em questão de fração de segundos. Vocês já pensaram num cara todo distraído, assobiando o hino de Corínthians, e, de repente, encontrar uma cobra habitando o porta-malas dianteiro de um VW-Variant? Não é brincadeira! É de assustar qualquer marmanjo.
Todo mundo que estava num raio de uns 238 metros de distância do carro veio apreciar a cobra. Já estavam a ponto de chamarem bombeiros, polícia, fuzileiros navais, quando alguém olhou melhor e disse: “Mas ela está morta!” Não só morta, como seca. Devia estar ali havia muito tempo.
Só sei que fiquei bastante tempo tentando imaginar como é que uma cobra iria escalar meu carro para ir instalar-se atrás do pneu de reserva. Ainda bem que, por aqueles tempos, não furou nenhum dos pneus titulares. Até que, uns meses depois, ali por 03 de setembro de 1976, recebi, do Instituto Butantã, o costumeiro cartão, com as anotações datilografadas: “RECEBEMOS E AGRADECEMOS sua remessa de 19/4/76 – serpente nenhuma: caixa VAZIA”.
Gentes, desculpem-me! Pela humanidade sou até capaz de fazer outras benemerências. Mas, carregar cobras, no meu carro, nunca mais! Não me peçam!
- - - - - - -
VOTEM NA MAZÉ!
Pessoal, minha amiga Mazé, do blogue http://umpensamentovirtual.blogspot.com/ está participandode um confronto e está precisando dos nossos votos. É só entrar no endereço http://dado.pag.zip.net/ . Aparecerá um quadro central. Nesse quadro, rolem até o Confronto 6 e cliquem no nome da Mazé.
E não deixem de ver a postagem da Mazé. Excelente! E nos ensina a identificar os loucos à nossa volta.
- - - - - -
EDDIE WOOD ESTÁ DE VOLTA!
Gentes, esse Ed é de morte, mesmo! Eita beagle metido! Foi só eu falar, na minha postagem anterior, que ia contar como é que a Nina faz para explodir panelas de pressão que ele correu na frente e postou lá no blogue dele. Pode uma coisa destas? Verifiquem com os seus próprios olhos! É no http://edbeagle.blogspot.com/
- - - - - -
É isso aí, gentas e gentos.
Abração e até à próxima.
Mas, naqueles tempos, imbuído de muito espírito cívico, em costumava capturar cobras e entregá-las ao Instituto Butantã, em São Paulo, para a utilização na produção de soro anti-ofídico. Também capturava aranhas para entrega ao Instituto Butantã. E, para mim, arrastou-se pelo chão era cobra perigosa. Escondeu-se atrás de algum tijolo ou pedaço de madeira, era aranha venenosa. E, nessas condições, o destino de cobras e aranhas capturadas era sempre o Instituto Butantã. Capturava a bicharada no final de semana e, segunda feira, lá estava eu entregando as caixas no Instituto.
Naquela época, eles tinham por norma (devem ter, ainda) enviar um cartão agradecendo a remessa e identificando o animal enviado. Muita gentileza, embora o agradecimento demorasse vários meses para chegar. E, quando chegava o cartão, às vezes havia alguma surpresa, como por exemplo: a cobra era uma inofensiva “limpa-campo”. Ou, então, a cobra era nada mais nada menos que uma “cobra cega”. Que, na verdade, não é cobra e, sim, um lagarto. Mas, como é que eu iria saber? A cobra aparecia e eu já saia correndo com uma caixa de papelão que jogava sobre ela. Depois, era uma tremenda ginástica para fechar a caixa, sem que a cobra fugisse. Lógico que, depois, eu fazia uns furinhos na caixa para que a coitada respirasse. Afinal, e se ela fosse asmática? Precisaria de muito ar.
Quando eu levava a bicharada em horário de expediente, em geral, eles abriam e davam a classificação na hora. Mas, quando era horário de almoço, entregava para alguém que estava por ali, pessoa não autorizada a abrir, deixava nome e endereço, e aguardava.
Certa vez, capturei uma tremenda cobra. Bem, não muito grande. Estava mais para média. Mas de estatura pequena... Tá bem! Era uma cobrinha. Talvez uns 60 ou 70 centímetros de comprimento. Ao entregar a caixa, o funcionário balançou e comentou:
“Nossa! Esta deve ser enoooormeee!!”
Saí de lá com raiva do sujeito. “Vai gozar da cara da mãe”, pensei comigo mesmo.
Nessa época, como eu tinha uma família de dois filhos e uma esposa que, ao viajarem por dois dias, faziam questão de levar bagagem suficiente para dois meses (é hoje que a Nina me bate!), eu tinha uma Variant que, além daquele baita espaço traseiro para malas e outras bagunças da família, tinha, também, um porta-malas na frente, que era onde eu carregava minhas tralhas (também tinha meus direitos, né?), inclusive caixas com cobras e vidros com aranhas.
Lembro até hoje. Foram dois meses depois de o engraçadinho brincar com o tamanho da cobra que eu levara. Mandei fazer uma lavagem total do carro. Quando o lavador foi tirar o estepe de dentro do porta-malas dianteiro, ao levantar o pneu, deu de cara com a cara de uma cobra descarada. O susto foi tão grande que ele mudou de cor, na hora. Ficou mais verde que camisa de palmeirense, depois ficou mais azul que o céu de anil brasileiro, aí ficou mais vermelho que telhado de casinha desenhada por criança de pré-primário... Enfim, passou por todas as cores do arco-íris em questão de fração de segundos. Vocês já pensaram num cara todo distraído, assobiando o hino de Corínthians, e, de repente, encontrar uma cobra habitando o porta-malas dianteiro de um VW-Variant? Não é brincadeira! É de assustar qualquer marmanjo.
Todo mundo que estava num raio de uns 238 metros de distância do carro veio apreciar a cobra. Já estavam a ponto de chamarem bombeiros, polícia, fuzileiros navais, quando alguém olhou melhor e disse: “Mas ela está morta!” Não só morta, como seca. Devia estar ali havia muito tempo.
Só sei que fiquei bastante tempo tentando imaginar como é que uma cobra iria escalar meu carro para ir instalar-se atrás do pneu de reserva. Ainda bem que, por aqueles tempos, não furou nenhum dos pneus titulares. Até que, uns meses depois, ali por 03 de setembro de 1976, recebi, do Instituto Butantã, o costumeiro cartão, com as anotações datilografadas: “RECEBEMOS E AGRADECEMOS sua remessa de 19/4/76 – serpente nenhuma: caixa VAZIA”.
Gentes, desculpem-me! Pela humanidade sou até capaz de fazer outras benemerências. Mas, carregar cobras, no meu carro, nunca mais! Não me peçam!
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VOTEM NA MAZÉ!
Pessoal, minha amiga Mazé, do blogue http://umpensamentovirtual.blogspot.com/ está participandode um confronto e está precisando dos nossos votos. É só entrar no endereço http://dado.pag.zip.net/ . Aparecerá um quadro central. Nesse quadro, rolem até o Confronto 6 e cliquem no nome da Mazé.
E não deixem de ver a postagem da Mazé. Excelente! E nos ensina a identificar os loucos à nossa volta.
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EDDIE WOOD ESTÁ DE VOLTA!
Gentes, esse Ed é de morte, mesmo! Eita beagle metido! Foi só eu falar, na minha postagem anterior, que ia contar como é que a Nina faz para explodir panelas de pressão que ele correu na frente e postou lá no blogue dele. Pode uma coisa destas? Verifiquem com os seus próprios olhos! É no http://edbeagle.blogspot.com/
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É isso aí, gentas e gentos.
Abração e até à próxima.
Domingo, Maio 15, 2011
"PICATA À LOMBARDA"
Meus amigos casados! Por acaso algum de vocês já foi vítima de experiências culinárias da esposa? Eu já fui! É o seguinte.
A Lu (...eeepa!) e o Adriano ainda eram pequenos. Num domingo, fomos a uma cantina almoçar. Como sempre, na hora da escolha do prato as preferências eram as mais variadas possíveis: “eu não gosto de legumes...”, “eu quero chocolate”, “quero a minha coca-cola, agora”, e por aí a fora. Pois nesse dia, a escolha geral, minha e da Nina, com a concordância forçada das crianças, foi um prato chamado “Picata à Lombarda”. Trata-se de um filé ao molho madeira, acompanhado de um arroz especial, com muito cogumelo, queijo, vinho, molho branco, e sei lá mais o quê, muito bom.
Domingo seguinte, a Nina sentenciou que iria preparar a tal de “Picata à Lombarda”. Eu ainda ponderei: ”Será que não é mais fácil irmos ao restaurante? Assim, não haverá panela prá ser lavada!”
Vocês não conhecem a Nina. Quando ela cisma... E tem que ser na hora! Munida de todos os ingredientes, ao menos ela pensava que sabia todos, começou a “operação Picata à Lombarda 1”.
Gentes, preparar a carne foi fácil. Mas, e o arroz? Ficou uma papa parecida com argamassa de areia e cimento usada por pedreiros para levantar uma parede de tijolos. Verdade! (Espero que ela não leia isto aqui!)
Resultado? Domingo seguinte, lá estávamos nós no restaurante comendo “Picata à Lombarda”, pois ela precisava entender o que era colocado no arroz.
Obviamente, final de semana seguinte, desencadeou-se a “operação Picata à Lombarda 2”. Mais uma vez, o arroz ficou aquela gororoba. Se a gente jogasse arroz para o alto, ele grudaria no teto. Juro!
Preciso contar o que aconteceu no final de semana seguinte? Adivinharam, né? Pois foi isso mesmo! Fomos à cantina comer “Picata à Lombarda”, pois ela precisava descobrir o que é que entrava naquele arroz misterioso. Arroz, ela sabia que levava. Também os cogumelos. Mas, qual era o tipo de queijo? Que tipo de vinho? E o que mais levava?
Resumindo: foi um ano comendo “Picata à Lombarda”. Semana sim, na cantina. Semana não, a gororoba lá em casa. Na verdade, depois do primeiro mês, ninguém mais agüentava falar daquele prato. Nessas alturas, já se aceitaria qualquer outra coisa, jiló, abóbora, rapadura... Mas, não! Tinha que ser a “Picata à Lombarda”, pois ela tinha que descobrir o segredo. E quem era suficientemente besta para contrariá-la?
Um dia, quando estávamos completando nosso primeiro aniversário de “Picata à Lombarda”, finalmente, ela resolveu dar uma de “esperta”. Quando o garçon se aproximou para anotar as bebidas (Sim! Nessa altura, ele já nem perguntava mais o que iríamos comer, pois já era do conhecimento geral da casa.), a Nina perguntou:
“O que é essa “Picata à Lombarda”?”
O garçon deixou o bloquinho de notas e a BIC caírem no chão e ficou olhando para ela, sem fala. Sem fala, propriamente, não. Pois ele ainda conseguiu balbuciar:
“Co... co... como?”
Bom, ele forneceu a receita, tintim por tintim, para ela. Precisei amarrá-la à cadeira, pois não queria mais almoçar na cantina. Queria voar para casa e desencadear a malfadada “operação Picata à Lombarda 27”. Com muita paciência e carinho consegui convencê-la a ficar e que deixasse a “Picata” caseira para o domingo seguinte.
E assim foi. Deixamos de ir à cantina e, por muitos anos, aos domingos, almoçávamos a famosa “Picata à Lombarda”, a da Nina.
Hoje em dia esse prato já ficou raro, aqui em casa. Mas, como ia contar a história, aqui no blogue, pedi a receita à Nina, pois acredito que muita amiga gostaria de preparar. A resposta dela:
“Sei lá! Eu já mudei tanto essa receita. Depende do que eu tiver disponível, na hora!”
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Pessoal, nesta segunda feira, 16, Nina e eu estaremos completando 42 anos de casamento. Se eu me arrependo? SIIIMMMMM!!! Me arrependo de não ter começado a namorar com ela mais cedo (apesar de ela quase me intoxicar com a “Picata à Lombarda”). É verdade que ela tinha só dezesseis aninhos! Se começasse a namorar antes disso, talvez dissessem que era pedofilia... Não! Tá bom como foi, como é e como continuará sendo.
- - - - -
Vocês acharam que eu exagerei quando falei das experiências culinárias da Nina? Perguntem para minha filha, a Lu, lá do blogue “...eeepa!” Certamente ela lerá a história e confirmará tudinho. Mas, esperem até eu contar prá vocês sobre a explosão da panela de pressão, com uma lata de leite condensado dentro, provocada pela Nina. Vocês nunca mais irão duvidar dos meus relatos. Enquanto isso, façam uma visitinha à Lu, no HTTP://eeepa.blogspot.com .
Abração e até à próxima.
JF
A Lu (...eeepa!) e o Adriano ainda eram pequenos. Num domingo, fomos a uma cantina almoçar. Como sempre, na hora da escolha do prato as preferências eram as mais variadas possíveis: “eu não gosto de legumes...”, “eu quero chocolate”, “quero a minha coca-cola, agora”, e por aí a fora. Pois nesse dia, a escolha geral, minha e da Nina, com a concordância forçada das crianças, foi um prato chamado “Picata à Lombarda”. Trata-se de um filé ao molho madeira, acompanhado de um arroz especial, com muito cogumelo, queijo, vinho, molho branco, e sei lá mais o quê, muito bom.
Domingo seguinte, a Nina sentenciou que iria preparar a tal de “Picata à Lombarda”. Eu ainda ponderei: ”Será que não é mais fácil irmos ao restaurante? Assim, não haverá panela prá ser lavada!”
Vocês não conhecem a Nina. Quando ela cisma... E tem que ser na hora! Munida de todos os ingredientes, ao menos ela pensava que sabia todos, começou a “operação Picata à Lombarda 1”.
Gentes, preparar a carne foi fácil. Mas, e o arroz? Ficou uma papa parecida com argamassa de areia e cimento usada por pedreiros para levantar uma parede de tijolos. Verdade! (Espero que ela não leia isto aqui!)
Resultado? Domingo seguinte, lá estávamos nós no restaurante comendo “Picata à Lombarda”, pois ela precisava entender o que era colocado no arroz.
Obviamente, final de semana seguinte, desencadeou-se a “operação Picata à Lombarda 2”. Mais uma vez, o arroz ficou aquela gororoba. Se a gente jogasse arroz para o alto, ele grudaria no teto. Juro!
Preciso contar o que aconteceu no final de semana seguinte? Adivinharam, né? Pois foi isso mesmo! Fomos à cantina comer “Picata à Lombarda”, pois ela precisava descobrir o que é que entrava naquele arroz misterioso. Arroz, ela sabia que levava. Também os cogumelos. Mas, qual era o tipo de queijo? Que tipo de vinho? E o que mais levava?
Resumindo: foi um ano comendo “Picata à Lombarda”. Semana sim, na cantina. Semana não, a gororoba lá em casa. Na verdade, depois do primeiro mês, ninguém mais agüentava falar daquele prato. Nessas alturas, já se aceitaria qualquer outra coisa, jiló, abóbora, rapadura... Mas, não! Tinha que ser a “Picata à Lombarda”, pois ela tinha que descobrir o segredo. E quem era suficientemente besta para contrariá-la?
Um dia, quando estávamos completando nosso primeiro aniversário de “Picata à Lombarda”, finalmente, ela resolveu dar uma de “esperta”. Quando o garçon se aproximou para anotar as bebidas (Sim! Nessa altura, ele já nem perguntava mais o que iríamos comer, pois já era do conhecimento geral da casa.), a Nina perguntou:
“O que é essa “Picata à Lombarda”?”
O garçon deixou o bloquinho de notas e a BIC caírem no chão e ficou olhando para ela, sem fala. Sem fala, propriamente, não. Pois ele ainda conseguiu balbuciar:
“Co... co... como?”
Bom, ele forneceu a receita, tintim por tintim, para ela. Precisei amarrá-la à cadeira, pois não queria mais almoçar na cantina. Queria voar para casa e desencadear a malfadada “operação Picata à Lombarda 27”. Com muita paciência e carinho consegui convencê-la a ficar e que deixasse a “Picata” caseira para o domingo seguinte.
E assim foi. Deixamos de ir à cantina e, por muitos anos, aos domingos, almoçávamos a famosa “Picata à Lombarda”, a da Nina.
Hoje em dia esse prato já ficou raro, aqui em casa. Mas, como ia contar a história, aqui no blogue, pedi a receita à Nina, pois acredito que muita amiga gostaria de preparar. A resposta dela:
“Sei lá! Eu já mudei tanto essa receita. Depende do que eu tiver disponível, na hora!”
- - - - -
Pessoal, nesta segunda feira, 16, Nina e eu estaremos completando 42 anos de casamento. Se eu me arrependo? SIIIMMMMM!!! Me arrependo de não ter começado a namorar com ela mais cedo (apesar de ela quase me intoxicar com a “Picata à Lombarda”). É verdade que ela tinha só dezesseis aninhos! Se começasse a namorar antes disso, talvez dissessem que era pedofilia... Não! Tá bom como foi, como é e como continuará sendo.
- - - - -
Vocês acharam que eu exagerei quando falei das experiências culinárias da Nina? Perguntem para minha filha, a Lu, lá do blogue “...eeepa!” Certamente ela lerá a história e confirmará tudinho. Mas, esperem até eu contar prá vocês sobre a explosão da panela de pressão, com uma lata de leite condensado dentro, provocada pela Nina. Vocês nunca mais irão duvidar dos meus relatos. Enquanto isso, façam uma visitinha à Lu, no HTTP://eeepa.blogspot.com .
Abração e até à próxima.
JF
Segunda-feira, Maio 02, 2011
HENRIQUE, HENRIQUE! ONDE ESTÁS?
Você, minha senhora, que passa diante de portas de WCs masculinos, em restaurantes de beira de estrada, certamente já deve ter-se perguntado “como será um banheiro masculino”?
Não tem muito segredo, não. Tem os cubículos fechados para aqueles que, digamos assim, necessitam ficar mais tempo e não podem fazer em pé. Também têm as pias para lavar as mãos, ao menos para aqueles mais asseados. Papel? Bem, em alguns banheiros masculinos tem. Mas, nem sempre. Às vezes, fica por conta do usuário. Que se vire!
Porém, WC masculino tem uma parte que WC feminino não deve ter (Acho que não tem, afinal, nunca entrei em um WC feminino prá saber!). É a parte em que os homens ficam em pé, lado a lado, para... hummm... digamos assim... satisfazer às necessidades líquidas da natureza. Embora pareça simples, esta é a parte perigosa, onde perdemos nossa privacidade. Alguns WC masculinos ainda têm uma espécie de biombo, com um metro de altura e uns trinta centímetros de largura, preso à parede, para evitar que um homem encoste no outro. Sabem como é?
Mulher é muito cuidadosa com WCs de restaurantes em beira de estrada. Com a Nina, por exemplo, às vezes passamos em frente a inúmeros restaurantes de beira de estrada até que ela entenda que um é “entrável”. Já para os homens é diferente. Segundo a Nina, “prá vocês até barranco, em beira de estrada, ou árvore, serve”. É verdade, porém muito relativo. É que, na beira de estrada, não tem ninguém olhando diretamente para o nosso... vocês me entendem!
Já, no WC masculino de restaurante de beira de estrada a realidade é outra. Cada homem ocupa o seu espaço intra-biombal e ali satisfaz às necessidades mais rápidas que a natureza lhe impõe, se é que me entendem. Mas, aí vem uma outra questão. O que faz o homem, nesse micro espaço que lhe é reservado, enquanto despeja aqueles restos de cerveja tomada na véspera?
Olhem... quero dizer: entendam, é uma situação constrangedora, pois o biombo mal chega à altura do ombro. Com isso, se olhar para o lado, o homem irá ver seu companheiro de satisfação de necessidades. E isso não é nada agradável. Se o homem olha, uma leve preocupação já se instala na mente do outro. Se diz “bom dia”, a dúvida já se instala na mente do companheiro. Se sorri... não existem mais dúvidas: “esse cretino está querendo me cantar!” Portanto a única coisa que nos resta, nesses momentos íntimos, é olhar para a frente. Para a parede. Alguns restaurantes de beira de estrada facilitam as coisas e costumam afixar páginas de algum jornal diário, em geral daquele jornal que você não gosta. Mas, numa situação dessas, você vai ligar para o jornal exposto? O jeito é aproveitar e se atualizar com alguma notícia. Para mim, que só tenho problemas de visão para distãncias, é um pouco chato, pois, para ler, não necessito dos óculos. Mas, vale o sacrifício de tirá-los. Entretanto, nem sempre os donos de restaurantes são benevolentes a ponto de nos facilitarem esses momentos de estada em seus estabelecimentos e não colocam jornal nenhum. Nestes casos, devemos utilizar nossa imaginação e encontrar alguma coisa para fazer, como por exemplo, contar, na vertical (na horizontal vamos encontrar o olhar do vizinho), quantas carreiras de azulejos existem até o teto. Outras vezes, dependendo do grau de limpeza do local, e sempre olhando verticalmente, de baixo para cima, procuramos mosquitos, pernilongos, baratas, lagartixas, e outros bichos. É que, eventualmente, um deles pode ser uma dessas micromicromicro câmeras espiãs e a nossa foto, com o... seguro em uma das mãos pode ir parar na internet. Nunca se sabe!
Mas, toda essa explicação, minha senhora, é apenas para que você entenda a situação de constrangimento a que se submete um homem, em WC de restaurante de beira de estrada, pois o intuito desta postagem é outro. Vamos aos fatos.
Dia desses, estava eu me dirigindo a São Paulo e precisei parar em um restaurante de beira de estrada para ir ao WC. Estava eu, lá, entretido em contar a quantidade de carreiras de azulejos da parede, quando escuto, na porta, a alguns metros de mim, uma voz feminina:
“Henrique! Ohhh, Henrique!”
Ninguém respondeu. Novamente:
“Henriqueeee! Henrique!”
Nada! Parece que o Henrique não estava ali. Ou então, morto de vergonha, ficou quietinho trancado em um dos cubículos fechados.
É lógico que a curiosidade bateu. Será que ela chamou o Henrique na porta, mas do lado de fora, ou teria entrado dentro do WC masculino, logo após à porta, para chamar pelo Henrique? Era só virar a cabeça e olhar, não é mesmo? Pois não é tão fácil assim. Se eu olhasse de lado, para ver a cara dela, provavelmente o que veria seria a cara do meu companheiro da baia ao lado. Ele iria, logo, desconfiar de minhas intenções e poderia não gostar. Ou poderia gostar, sei lá! Percebem como é difícil? Assim, permaneci contando azulejos até o término da operação, quando lavei minhas mãos, asseado que sou, e sai do WC masculino do restaurante de beira de estrada. Do lado de fora já não havia mais ninguém e segui minha viagem com a curiosidade não apenas insatisfeita como aumentada. O que levaria uma mulher a chegar na entrada de um WC masculino de restaurante de beira de entrada e chamar por um tal de Henrique? Muitas hipóteses me passaram pela cabeça:
- Henrique seria o filho da mulher e tinha sumido num momento de distração dela;
-Henrique seria um genro cansado da sogra rabugenta e que fugiu de fininho, sem que ela percebesse, abandonando-a num restaurante de beira de estrada;
-Henrique seria um marido de uma dessas mulheres que não param de dar palpites enquanto ele dirige “você está correndo demais”, “acho que você errou a estrada”, “que barulho (o ronco do motor funcionando) é esse que o carro está fazendo?”, e que, como no caso da sogra, saiu “de fininho”, sem que ela percebesse;
-Henrique não existiria. Foi apenas um pretexto utilizado pela mulher para entrar no WC masculino do restaurante de beira de estrada e olhar para ver como era lá dentro. Ou, pior, uma tentativa de ver o que os homens estavam segurando, na hora da satisfação das necessidades impostas pela natureza . Vocês me entendem, não é?
Enfim, essas foram as hipóteses que levantei, mas não fiquei satisfeito. Assim, peço a vocês, gentis leitoras e leitores, que me esclareçam com novas hipóteses: o que faria uma mulher chamar pelo Henrique, na porta do WC masculino de um restaurante de beira de estrada?
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PLAYGROUND DOS DINOSSAUROS
Gentes, juntei-me à Jack, ao Itiro, ao Marco Santos e ao Paulo e, agora, também estou postando no blogue "Playground dos Dinossauros" http://www.flintstones.blogger.com.br/ Minha primeira postagem foi sobre os telefones da época em que pedíamos a ligação diretamente à telefonista. Meu nome, lá no blogue? JFlintstone. Aguardo a visita de vocês.
E, para completar a informação sobre meus blogues, também participo do blogue do Ed Wood, meu cão beagle chantagista. Como ele não consegue digitar (tem dedinhos a menos, em suas patas), ele dita (verdade!) e eu digito. O Ed (eu, também) aguarda a visita de vocês lá no blogue onde ele conta suas aventuras:
http://edbeagle.blogspot.com/
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Abração e até à próxima,
JF
Não tem muito segredo, não. Tem os cubículos fechados para aqueles que, digamos assim, necessitam ficar mais tempo e não podem fazer em pé. Também têm as pias para lavar as mãos, ao menos para aqueles mais asseados. Papel? Bem, em alguns banheiros masculinos tem. Mas, nem sempre. Às vezes, fica por conta do usuário. Que se vire!
Porém, WC masculino tem uma parte que WC feminino não deve ter (Acho que não tem, afinal, nunca entrei em um WC feminino prá saber!). É a parte em que os homens ficam em pé, lado a lado, para... hummm... digamos assim... satisfazer às necessidades líquidas da natureza. Embora pareça simples, esta é a parte perigosa, onde perdemos nossa privacidade. Alguns WC masculinos ainda têm uma espécie de biombo, com um metro de altura e uns trinta centímetros de largura, preso à parede, para evitar que um homem encoste no outro. Sabem como é?
Mulher é muito cuidadosa com WCs de restaurantes em beira de estrada. Com a Nina, por exemplo, às vezes passamos em frente a inúmeros restaurantes de beira de estrada até que ela entenda que um é “entrável”. Já para os homens é diferente. Segundo a Nina, “prá vocês até barranco, em beira de estrada, ou árvore, serve”. É verdade, porém muito relativo. É que, na beira de estrada, não tem ninguém olhando diretamente para o nosso... vocês me entendem!
Já, no WC masculino de restaurante de beira de estrada a realidade é outra. Cada homem ocupa o seu espaço intra-biombal e ali satisfaz às necessidades mais rápidas que a natureza lhe impõe, se é que me entendem. Mas, aí vem uma outra questão. O que faz o homem, nesse micro espaço que lhe é reservado, enquanto despeja aqueles restos de cerveja tomada na véspera?
Olhem... quero dizer: entendam, é uma situação constrangedora, pois o biombo mal chega à altura do ombro. Com isso, se olhar para o lado, o homem irá ver seu companheiro de satisfação de necessidades. E isso não é nada agradável. Se o homem olha, uma leve preocupação já se instala na mente do outro. Se diz “bom dia”, a dúvida já se instala na mente do companheiro. Se sorri... não existem mais dúvidas: “esse cretino está querendo me cantar!” Portanto a única coisa que nos resta, nesses momentos íntimos, é olhar para a frente. Para a parede. Alguns restaurantes de beira de estrada facilitam as coisas e costumam afixar páginas de algum jornal diário, em geral daquele jornal que você não gosta. Mas, numa situação dessas, você vai ligar para o jornal exposto? O jeito é aproveitar e se atualizar com alguma notícia. Para mim, que só tenho problemas de visão para distãncias, é um pouco chato, pois, para ler, não necessito dos óculos. Mas, vale o sacrifício de tirá-los. Entretanto, nem sempre os donos de restaurantes são benevolentes a ponto de nos facilitarem esses momentos de estada em seus estabelecimentos e não colocam jornal nenhum. Nestes casos, devemos utilizar nossa imaginação e encontrar alguma coisa para fazer, como por exemplo, contar, na vertical (na horizontal vamos encontrar o olhar do vizinho), quantas carreiras de azulejos existem até o teto. Outras vezes, dependendo do grau de limpeza do local, e sempre olhando verticalmente, de baixo para cima, procuramos mosquitos, pernilongos, baratas, lagartixas, e outros bichos. É que, eventualmente, um deles pode ser uma dessas micromicromicro câmeras espiãs e a nossa foto, com o... seguro em uma das mãos pode ir parar na internet. Nunca se sabe!
Mas, toda essa explicação, minha senhora, é apenas para que você entenda a situação de constrangimento a que se submete um homem, em WC de restaurante de beira de estrada, pois o intuito desta postagem é outro. Vamos aos fatos.
Dia desses, estava eu me dirigindo a São Paulo e precisei parar em um restaurante de beira de estrada para ir ao WC. Estava eu, lá, entretido em contar a quantidade de carreiras de azulejos da parede, quando escuto, na porta, a alguns metros de mim, uma voz feminina:
“Henrique! Ohhh, Henrique!”
Ninguém respondeu. Novamente:
“Henriqueeee! Henrique!”
Nada! Parece que o Henrique não estava ali. Ou então, morto de vergonha, ficou quietinho trancado em um dos cubículos fechados.
É lógico que a curiosidade bateu. Será que ela chamou o Henrique na porta, mas do lado de fora, ou teria entrado dentro do WC masculino, logo após à porta, para chamar pelo Henrique? Era só virar a cabeça e olhar, não é mesmo? Pois não é tão fácil assim. Se eu olhasse de lado, para ver a cara dela, provavelmente o que veria seria a cara do meu companheiro da baia ao lado. Ele iria, logo, desconfiar de minhas intenções e poderia não gostar. Ou poderia gostar, sei lá! Percebem como é difícil? Assim, permaneci contando azulejos até o término da operação, quando lavei minhas mãos, asseado que sou, e sai do WC masculino do restaurante de beira de estrada. Do lado de fora já não havia mais ninguém e segui minha viagem com a curiosidade não apenas insatisfeita como aumentada. O que levaria uma mulher a chegar na entrada de um WC masculino de restaurante de beira de entrada e chamar por um tal de Henrique? Muitas hipóteses me passaram pela cabeça:
- Henrique seria o filho da mulher e tinha sumido num momento de distração dela;
-Henrique seria um genro cansado da sogra rabugenta e que fugiu de fininho, sem que ela percebesse, abandonando-a num restaurante de beira de estrada;
-Henrique seria um marido de uma dessas mulheres que não param de dar palpites enquanto ele dirige “você está correndo demais”, “acho que você errou a estrada”, “que barulho (o ronco do motor funcionando) é esse que o carro está fazendo?”, e que, como no caso da sogra, saiu “de fininho”, sem que ela percebesse;
-Henrique não existiria. Foi apenas um pretexto utilizado pela mulher para entrar no WC masculino do restaurante de beira de estrada e olhar para ver como era lá dentro. Ou, pior, uma tentativa de ver o que os homens estavam segurando, na hora da satisfação das necessidades impostas pela natureza . Vocês me entendem, não é?
Enfim, essas foram as hipóteses que levantei, mas não fiquei satisfeito. Assim, peço a vocês, gentis leitoras e leitores, que me esclareçam com novas hipóteses: o que faria uma mulher chamar pelo Henrique, na porta do WC masculino de um restaurante de beira de estrada?
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PLAYGROUND DOS DINOSSAUROS
Gentes, juntei-me à Jack, ao Itiro, ao Marco Santos e ao Paulo e, agora, também estou postando no blogue "Playground dos Dinossauros" http://www.flintstones.blogger.com.br/ Minha primeira postagem foi sobre os telefones da época em que pedíamos a ligação diretamente à telefonista. Meu nome, lá no blogue? JFlintstone. Aguardo a visita de vocês.
E, para completar a informação sobre meus blogues, também participo do blogue do Ed Wood, meu cão beagle chantagista. Como ele não consegue digitar (tem dedinhos a menos, em suas patas), ele dita (verdade!) e eu digito. O Ed (eu, também) aguarda a visita de vocês lá no blogue onde ele conta suas aventuras:
http://edbeagle.blogspot.com/
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Abração e até à próxima,
JF
Domingo, Abril 24, 2011
A INDÚSTRIA DO PETRÓLEO
Meu primo Aparício tem lá suas lógicas próprias. E é feliz!
Dia desses, fui visitá-lo em seu sítio.
“Primo, o que é esse baita buraco que você cavou?”
“Isso daí vai ser minha independência econômica. Vou ficar muito rico.”
“Verdade, primo? E como vai ser isso?”
E primo Aparício veio com sua explicação:
“Primo, você sabia que os dinossauros e antigas florestas ficaram enterrados por 2 milhões de anos até se transformarem em petróleo?”
Eu gelei. Aonde iria dar essa conversa?
“Pois é, primo! Estou jogando nesse buraco tudo que é bicho morto que aparece por aqui, mais tudo quanto é resto de poda de grama, de plantas, de árvores, restos de frutas, de verduras, ossos de galinhas que a gente come, até cascas de ovos. Em dois milhões de anos tudo isso se transforma em petróleo. Já pensou, primo? Um poço de petróleo bem no meu quintal? Vou ficar rico!”
“Mas, primo, dois milhões de anos é muito tempo!”
“Não faz mal! Eu sou muito paciente e espero!”
Gente, fiquei desconcertado com a força do pensamento positivo dele. E se ele tiver razão? Por via das dúvidas, já vou fazer um buraco no fundo do quintal e começar a enterrar os restos de almoço. Eu também sou paciente!
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A EXPOSIÇÃO DE ORQUÍDEAS DE VINHEDO/SP
Pessoal, fim de semana passado, realizamos a exposição de orquídeas do nosso Clube Amigos da Orquídea, de Vinhedo/SP, coordenada pela CAOB-Coordenadoria das Associações Orquidófilas do Brasil, e com o apoio da Prefeitura do Município de Vinhedo (nossa exposição já faz parte do calendário turístico do município). Foram quase mil plantas expostas, de 25 cidades. Menos que no ano passado. Entretanto, a exposição destacou-se pela grande variedade de espécies, o que a enriqueceu bastante. Estimativa de público: dez mil visitantes. De ressaltar, ainda, a presença de juíza do American Orchid Society, vinda especialmente para estudar a razão do sucesso de nossas exposições, tendo saído muito bem impressionada.
DOCE DE ESTRELAS
Na última postagem, coloquei o texto “Por que gosto de ser criança”, de minha amiga Lana Velasco. No texto, ela fala de um “doce de estrelinhas”, feito com carambolas. Para quem quiser, aí vai a receita da Lana:
“Oi JF,
Obrigada, por colocar em seu blog esse texto.
Doce de estrela é bem simples: ponha na panela um quilo de açucar e meio litro de água e uns cravos da índia. Deixe no fogo até ficar uma calda grossa. Corte as carambola em fatias, parecem estrelinhas, e coloque pra cozinhar na calda. Deixe que fiquem macias e brilhantes. Pronto. aí está um doce de estrelas. Toda criança gosta.
Lana”
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PLAYGROUND DOS DINOSSAUROS
Pessoal, já está no ar minha primeira postagem do "Playground dos Dinossauros", blogue da Jack, do Itiro, do Marco. Aceitamos visitas! O endereço: http://www.flintstones.blogger.com.br/
E não deixem, também, de ver o blogue do Eddie Wood, meu cão beagle:
http://edbeagle.blogspot.com
Abração,
JF
Segunda-feira, Abril 11, 2011
POR QUE GOSTO DE SER CRIANÇA
Nós, do Clube Amigos da Orquídea ViVa, de Vinhedo/SP, sob coordenação da CAOB-Coordenadoria das Associações Orquidófilas do Brasil, e apôio da Prefeitura do Município de Vinhedo/SP, estaremos promovendo nossa 12ª Exposição Nacional de Orquídeas, com visitação pública nos próximos dias 16 e 17 de abril. No dia 15, teremos o recebimento das plantas (a partir das 7 horas) e o julgamento (a partir das 14 horas).
Local: Parque Municipal Jayme Ferragut, na entrada da cidade, para quem vem pela Via Anhanguera.
Visitação pública: sábado, das 9 às 20 horas, e domingo, das 9 às 17 horas. Serão ministradas palestras sobre cultivo. Também haverá um setor de vendas de orquídeas (foram convidados 6 produtores, o que garantirá uma enorme variedade de plantas - centenas de espécies diferentes e híbridos).
Entrada e palestras gratuitas.
Estarei no local durante os três dias. Aliás, hoje já estive supervisionando a montagem das bancadas. Está ficando bonito!
- - - - - -
Pessoal, gosto muito de ler textos bonitos. E se esses textos se referem a netos... Nooosssaaa!!! Vou transcrever, com a devida autorização da escritora, um lindo texto veiculado na lista de discussão NESO, no dia 25/03/11, escrito pela minha amiga Lana Velasco. Diga-se, de passagem, já é a terceira vez que reproduzo texto da Lana, pois ela sempre coloca delicadeza e sensibilidade no que escreve. Vejam, é poesia pura:
"POR QUE GOSTO DE SER CRIANÇA
Meu neto acaba de chegar aqui em casa, e entra já fazendo um pedido: Vóóo, faz um doce de estrela!!!!!
Pra quem não sabe, doce de estrela é meu doce de carambola.
Já tinha feito e fomos comer as estrelinhas lá no jardim.
Adoro ser criança!!!!!!!!!! Porque sem precisar de mágica me torno navegador dos Cosmos, piloto de corrida, comandante de navio ou simplesmente um monstro inter galático!!!!!!!!!!!!!!!
Como me divirto! se fico cansada deito-me num pedaço de nuvem e flutuo!...
Quando acordo, monto no meu cavalo alado e viajo pelas estrelas, no céu dos meus sonhos!....
Gosto de ser criança porque é como se eu tivesse nove anos e vivo neste mundo gostoso do faz de conta.
No meu mundo os objetos falam, os bichos são meus amigos, o SHEREK é de verdade e passando a minha mão pela vastidão do céu, cato estrelas para minha coleção.
Assim eu e meu neto vivemos , ele uma linda criança de 7 anos, e eu uma criança simples, alegre, e feliz de 60.
PS. sabe eu não preciso me esforçar pra essa criança aparecer. Preciso me esforçar pra que ela durma um pouco.............."
- - - - - -
Bom, com o envolvimento na preparação da exposição de orquídeas, estou um tanto afastado do blog e não escrevi nenhuma historinha (meu primo Aparício, que manda lembranças a todos, está lá em seu sítio, no interiorzão, e não me veio com nenhuma de suas dúvidas ou histórias. Mas, sei que ele está ruminando uma grande jogada!).
Dessa forma, apenas vou satisfazer uma curiosidade de minha nova amiga Maria Edméia, do simpático blogue http://caderninhodamemeia.blogspot.com/ sobre minha foto com a camiseta com inscrição "Eu venci a anorexia".
Maria Edméia, pode-se dizer que, ao engordar cada vez mais, eu me afastei de qualquer perigo de ter a doença, não é mesmo? É por isso que "eu venci a anorexia". Aliás, depois que me casei, passei a engordar à razão de um quilo ao ano. Assim, eu dizia "há vinte quilos atrás..." como sinônimo de "há vinte anos atrás, quando casei..." O problema é que, sem que eu percebesse quando começou a acontecer, passei a engordar a uma razão superior a um kilograma/ano. Aí, complicou! Perdi a referência em relação ao casamento! Como minha mulher ameaçou queixar-se de assédio, na Delegacia da Mulher, pois ela já não me reconhecia de tão gordo, resolvi entrar em um regimezinho maneiro e já venho perdendo peso. De tal forma que, hoje, já não dá mais para usar como sinônimos os meus quilinhos a mais e o número de anos de casamento. Agora, já são os anos de casamento que estão disparando à frente dos meus kilogramas obtidos, desde aquele dia em que ela ficou, na porta da igreja, por mais de meia hora aguardando que eu me dignasse aparecer para casar. Mas, ela não assustou. Já estava acostumada. hehehehehehehehehe
Em tempo: a foto que ilustra o cartaz da Expo/Vinhedo é da floração de uma Cattleya labiata 'Goliath' AM/AOS, da coleção de minha amiga Edzilda 'Dê' Kawasaki, de Rolândia/PR.
Abração, pessoal.
Até à próxima.
Sexta-feira, Março 25, 2011
NEM TANTO AO MAR, NEM TANTO AO RIBEIRÃO!
Pessoal,
Vejam só! Na última postagem, falei sobre as dúvidas existenciais de meu primo Aparício. Pois não é que ele ficou mais famoso que eu? Os leitores do meu blogue é que começaram com o entusiasmo. Agora, com a fama, primo Aparício já decidiu: será candidato a prefeito em sua cidade lá do interiorzão. Além disso, quer fazer um filme de sua vida, contracenando com a Anne Hathaway.
“É isso, primo. Garanto que depois ela vai me presentear com um monte de bonequinhos do tio Oscar dela, como aqueles que ela distribuiu prum monte de gente.”
“Primo, ela está no Rio de Janeiro.”
“Rio de Janeiro? Diz prá ela vir me visitar no sítio que eu preparo um leitãozinho pururuca prá ela.”
Bom, eu não queria contar aqui, mas vou ter que contar. A fama dele me obriga.
Primo Aparício é pescador. Verdade! E dos bons, segundo ele. Outro dia ele me contou uma pescaria no ribeirão que passa no fundo do sítio.
“Prá começar, pesquei uma tainha de dois quilos...”
“Primo, uma tainha no seu ribeirão?” Ele não me escutou e continuou a história.
“Mas era uma tainha pequena e eu a coloquei inteirinha no anzol, prá servir de isca prá peixe maior. De repente, senti uma fisgada brava. Esperei um pouquinho e comecei a puxar. O peixe era enorme e não queria vir. Eu puxava ele pro meu lado, ele me puxava pro lado dele. Eu puxava ele pro meu lado, ele me puxava pro lado dele. E assim foi até que ele cansou e eu consegui puxá-lo prá fora da água. Era um tubarão enorme!”
“Um tubarão, primo? No seu ribeirão?”
“Você nem imagina o que tem de peixe bom lá no ribeirão! Mas o bom é que o tubarão não veio sozinho. Dentro do buxo dele, tinha dois dourados e três pintados de 20 quilos cada um, inteirinhos. À medida em que eu ia puxando ele ia engolindo tudo quanto era peixe que passava pela frente dele. E foi assim que eu pesquei seis peixes em uma fisgada só.”
“Espera, primo. E a tainha que você usou como isca, também não estava inteira? Com ela são sete peixes de uma só vez.”
“A tainha estava inteira, mas ela eu não conto.”
“Por que, primo?”
“É que com ela vai dar sete peixes e sete é conta de mentiroso. E eu não sou mentiroso!”
É verdade! Tenho que admitir. Se fossem sete peixes em uma única fisgada, eu iria duvidar do Primo Aparício.
- - - - - -
Gentes, essa historinha, embora em versão um pouco diferente, já me havia sido contada por meu compadre pescador Antonio Prenholato, de Brasília e foi utilizada como "causo" contado em várias apresentações do grupo Família Jacaré. Para quem não sabe, o Família Jacaré era (eventualmente ainda é) formado por um avô, uma avó e duas netas, dois pais, duas mães e três filhas, dois maridos e suas duas esposas (uma cada um!), duas irmãs, um sogro, uma sogra e um genro. Enfim, somos um sexteto composto por vinte parentes. hehehehehe
- - - - - -
A dúvida que fica: quem seria o pescador mentiroso: primo Aparício ou compadre Antonio Prenholato? Ou será que os dois falaram a verdade e eu, que estou duvidando, é que sou o trouxa? Sei lá!
Abração,
JF
Vejam só! Na última postagem, falei sobre as dúvidas existenciais de meu primo Aparício. Pois não é que ele ficou mais famoso que eu? Os leitores do meu blogue é que começaram com o entusiasmo. Agora, com a fama, primo Aparício já decidiu: será candidato a prefeito em sua cidade lá do interiorzão. Além disso, quer fazer um filme de sua vida, contracenando com a Anne Hathaway.
“É isso, primo. Garanto que depois ela vai me presentear com um monte de bonequinhos do tio Oscar dela, como aqueles que ela distribuiu prum monte de gente.”
“Primo, ela está no Rio de Janeiro.”
“Rio de Janeiro? Diz prá ela vir me visitar no sítio que eu preparo um leitãozinho pururuca prá ela.”
Bom, eu não queria contar aqui, mas vou ter que contar. A fama dele me obriga.
Primo Aparício é pescador. Verdade! E dos bons, segundo ele. Outro dia ele me contou uma pescaria no ribeirão que passa no fundo do sítio.
“Prá começar, pesquei uma tainha de dois quilos...”
“Primo, uma tainha no seu ribeirão?” Ele não me escutou e continuou a história.
“Mas era uma tainha pequena e eu a coloquei inteirinha no anzol, prá servir de isca prá peixe maior. De repente, senti uma fisgada brava. Esperei um pouquinho e comecei a puxar. O peixe era enorme e não queria vir. Eu puxava ele pro meu lado, ele me puxava pro lado dele. Eu puxava ele pro meu lado, ele me puxava pro lado dele. E assim foi até que ele cansou e eu consegui puxá-lo prá fora da água. Era um tubarão enorme!”
“Um tubarão, primo? No seu ribeirão?”
“Você nem imagina o que tem de peixe bom lá no ribeirão! Mas o bom é que o tubarão não veio sozinho. Dentro do buxo dele, tinha dois dourados e três pintados de 20 quilos cada um, inteirinhos. À medida em que eu ia puxando ele ia engolindo tudo quanto era peixe que passava pela frente dele. E foi assim que eu pesquei seis peixes em uma fisgada só.”
“Espera, primo. E a tainha que você usou como isca, também não estava inteira? Com ela são sete peixes de uma só vez.”
“A tainha estava inteira, mas ela eu não conto.”
“Por que, primo?”
“É que com ela vai dar sete peixes e sete é conta de mentiroso. E eu não sou mentiroso!”
É verdade! Tenho que admitir. Se fossem sete peixes em uma única fisgada, eu iria duvidar do Primo Aparício.
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Gentes, essa historinha, embora em versão um pouco diferente, já me havia sido contada por meu compadre pescador Antonio Prenholato, de Brasília e foi utilizada como "causo" contado em várias apresentações do grupo Família Jacaré. Para quem não sabe, o Família Jacaré era (eventualmente ainda é) formado por um avô, uma avó e duas netas, dois pais, duas mães e três filhas, dois maridos e suas duas esposas (uma cada um!), duas irmãs, um sogro, uma sogra e um genro. Enfim, somos um sexteto composto por vinte parentes. hehehehehe
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A dúvida que fica: quem seria o pescador mentiroso: primo Aparício ou compadre Antonio Prenholato? Ou será que os dois falaram a verdade e eu, que estou duvidando, é que sou o trouxa? Sei lá!
Abração,
JF
Sexta-feira, Março 18, 2011
DÚVIDAS EXISTENCIAIS
Primo Aparício é uma pessoa estranha. Nasceu e cresceu em cidade bem pequena e veio para a metrópole já adulto. Até que ele tem um certo grau de estudo, mas não acredita em tudo que dizem a ele. Vocês sabem que ele não acredita que um homem pisou na Lua? Pois é isso. Não acredita e pronto. Não adianta querer explicar a ele.
O recente terremoto no Japão deixou-o desolado. Mas, ao mesmo tempo em que se preocupou e se solidarizou com as pessoas, outras preocupações tomaram conta de sua mente.
“Primo Jota! Tão dizendo que o eixo do planeta foi alterado. A Terra inclinou mais um bocadinho! Desse jeito, nós que estamos mais ao sul, quando a terra girar meia volta, nós estaremos mais ao norte, mais perto da linha do equador, que aliás eu nunca vi, e mais perto do sol. Vai aumentar o calor prá nós!”
“Primo, não é bem assim...”
Ele não me deixou terminar. Quando primo Aparício engata uma marcha, só ele fala.
“E a hora? Tão dizendo que a Terra começou a girar mais rápida e o dia dura um milionésimo de segundo a menos. Além de ter de acordar mais cedo, não sei como acertar meu relógio, já que as vinte e quatro horas do dia não duram mais vinte e quatro horas e meu relógio é dos antigos.”
“Mas, primo...”
“O pior de tudo, primo Jota, é que o terremoto deslocou o Japão dois metros e meio em direção à América. Dois metros e meio! Desse jeito, logo eles nos alcançam!”
E aí Primo Aparício parou de falar e se encerrou em si mesmo. Não adiantava falar nada. Ele não ouviria e...
Gentes, Primo Aparício me deixou preocupado. Será que ele está com a razão? Por via das dúvidas, já vou me inscrever em um curso de japonês. Vai que amanhã ou depois, ao acordar, eu descubro que Tóquio encostou em Itatiba e eu passei a ter uma porção de japoneses sorridentes como vizinhos?
- - - - - -
Pessoas, o http://eeepa.blogspot.com/ mudou de aparência. A Lu (minha filha, hehehe!) fez um desenho novo para a abertura do blogue e postou mais uma de suas histórias. Vale uma conferida.
- - - - - -
Sayonará!
JF
O recente terremoto no Japão deixou-o desolado. Mas, ao mesmo tempo em que se preocupou e se solidarizou com as pessoas, outras preocupações tomaram conta de sua mente.
“Primo Jota! Tão dizendo que o eixo do planeta foi alterado. A Terra inclinou mais um bocadinho! Desse jeito, nós que estamos mais ao sul, quando a terra girar meia volta, nós estaremos mais ao norte, mais perto da linha do equador, que aliás eu nunca vi, e mais perto do sol. Vai aumentar o calor prá nós!”
“Primo, não é bem assim...”
Ele não me deixou terminar. Quando primo Aparício engata uma marcha, só ele fala.
“E a hora? Tão dizendo que a Terra começou a girar mais rápida e o dia dura um milionésimo de segundo a menos. Além de ter de acordar mais cedo, não sei como acertar meu relógio, já que as vinte e quatro horas do dia não duram mais vinte e quatro horas e meu relógio é dos antigos.”
“Mas, primo...”
“O pior de tudo, primo Jota, é que o terremoto deslocou o Japão dois metros e meio em direção à América. Dois metros e meio! Desse jeito, logo eles nos alcançam!”
E aí Primo Aparício parou de falar e se encerrou em si mesmo. Não adiantava falar nada. Ele não ouviria e...
Gentes, Primo Aparício me deixou preocupado. Será que ele está com a razão? Por via das dúvidas, já vou me inscrever em um curso de japonês. Vai que amanhã ou depois, ao acordar, eu descubro que Tóquio encostou em Itatiba e eu passei a ter uma porção de japoneses sorridentes como vizinhos?
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Pessoas, o http://eeepa.blogspot.com/ mudou de aparência. A Lu (minha filha, hehehe!) fez um desenho novo para a abertura do blogue e postou mais uma de suas histórias. Vale uma conferida.
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Sayonará!
JF
Quarta-feira, Março 02, 2011
AINDA O VELHO COLÉGIO
Nestes últimos dias, com a proximidade do jantar de confraternização pelos 50 anos da formatura no curso clássico do Colégio São Luiz, tenho lembrado de algumas histórias daqueles tempos de passado tão longínquo e, ao mesmo tempo, um passado sempre presente na memória.
Outro dia contei a história da contusão que me "tirou" da seleção brasileira do mundial de 62. Hoje vou contar duas histórias do Miguel.
O prédio ainda era o antigo casarão da avenida Paulista, 2324, cuja fachada pegava quase toda a quadra, entre as ruas Bela Cintra e a Haddock Lobo, apenas limitado pela igreja, na esquina da Bela Cintra. Evidentemente, isso foi em uma época em que o casarão, do final do século 19 ou início do século 20, não estou certo, ainda não tinha sido derrubado na calada de uma noite, para evitar protestos de saudosistas.
Durante uma aula de física, do Padre Fortuna, velhinho amigo da turma e que tinha uma prótese de madeira em uma das mãos, por tê-la perdido em uma experiência de laboratório, o Miguel pediu licença para ir ao banheiro.
Enquanto ele estava "lá fora", uma tremenda explosão sacudiu o velho prédio.
Gentes, minutos depois surge o Miguel, mais branco que papel branco lavado com um bom alvejante e, inclusive, com um tremendo zumbido noo ouvidos. Enquanto êle estava "lá", pensando na vida em um dos reservados, se é que vocês me entendem, alguém entrou e colocou uma tremenda bomba em outro dos reservados do banheiro. Precisamente como previa e pretendia o autor, a bomba explodiu. E que explosão! Derrubou todos os azulejos do reservado, além de destruir a bacia. Isso com o pobre do Miguel devidamente acomodado dentro de outro reservado.
Mas, o que marcou mesmo o momento, foi o comentário do Padre Fortuna ao ouvir o estouro:
"Puxa! O Miguel estava mal, mesmo!"
Mas, o Miguel gostava de aprontar. Lembram que eu falei no Luiz "O Forte", halterofilista fanático, grande amigo de todos, e que fazia parte da inexpugnável zaga da seleção de futebol da classe? Aquela zaga que deixava passar todas as bolas, mas nenhum jogador adversário? Pois o Miguel desafiou o Luiz para uma luta de "Braço de Ferro". É assim: Os participantes ficam um de frente para o outro, com os cotovelos apoiados em uma superfície plana, em geral uma mesa, um pega a mão do outro e procura, sem tirar o cotovelo da superfície em que se apóia, puxar o braço do outro para a esquerda. Vence aquele que fizer o braço do outro, em sua totalidade, tocar na superfície. Evidentemente, o Miguel não teria a mínima condição de vencer o Luiz. O rapaz era forte, mesmo! A notícia do desafio correu o colégio. Na hora do recreio, veio todo mundo assistir à derrota massacrante do Miguel. Lógico que, por folia, a imensa maioria dos assistentes torcia pelo Miguel, enquanto uns pouquíssimos faziam as vezes de torcida do Luiz. Começado o jogo, ao contrário do que se poderia imaginar, o Miguel, firme e inamovível, conseguia sustentar o braço do Luiz e não caia. E o Luiz, cada vez mais ia ficando vermelho pela força cada vez maior que ia empregando. E o Miguel, só sustentando posição, com um leve sorriso trocista na boca, o que deixava o outro ainda mais furioso. E O Luiz fazia força! E o Miguel, firme como o rochedo de Gibraltar. E o povaréu já chegava ao delírio!
Bom, o Miguel lutava vestido com uma camisa de mangas compridas, abotoada nos punhos, e, ainda por cima, vestia um paletó, embora eu não lembre se era um dia frio. Escondido pelo punho abotoado, o Miguel tinha uma ponta de cinto presa ao redor do pulso. O cinto avançava por dentro da manga da camisa, atravessava por dentro dela e saia por baixo do paletó, para trás, onde três outros "sócoios" seguravam o cinto e faziam uma força dos diabos para conter a força do Luiz. O qual, evidentemente, com tanta gente junta ao redor de ambos, não percebia o que estava acontecendo. Mas, aquela gente toda, que via o que estava acontecendo, estava era se divertindo às custas do pobre halterofilista desavisado que, acho, nunca fez tanta força na vida.
E, assim, heroicamente, o Miguel ia resistindo ao Golias Luiz. Até que o inesperado aconteceu. Um baita de um estalo e o cinto partiu-se em dois, arremessando os três asséclas do Miguel, agora desequilibrados com o repentino movimento, para longe. Logicamente, o Luiz em uma fração de seguno dobrou o braço do Miguel e venceu a luta. Mas vocês precisavam ver a cara dele quando percebeu o que havia acontecido. Era raiva e ao mesmo tempo satisfação por ter vencido daquela forma.
Grandes tempos! Grandes amigos!
- - - - -
Pessoal, minha filha a Lu Farias, desenhista, ilustradora, voltou a postar seus desenhos no seu blogue específico, o http://lucianadesenhista.blogspot.com/ Vale a pena dar uma conferida.
Igualmente, meu cão beagle, o Eddie Wood, aquele que me obriga a digitar seus textos doidos em seu blogue, está com postagem nova. Deve estar entrando neste momento ou em minutos. Desta vez, ele deixou de lado a sua proverbial (e falsa) modéstia, para falar da Carol, uma menina que tem prazer em recolher cães abandonados, aqueles que não sabem nem procurar água e comida, e arrumar um novo lar para eles. Uma mensagem bem bonita. http://edbeagle.blogspot.com/
- - - - -
Pessoal, este adendo estou colocando após a publicação do post. Não deu para esperar a próxima blogagem, pois refere-se a uma postagem que acabo de ler em excelente blogue.
O Marcos Dhotta edita um blogue muito bom de suas lembranças e, muitas delas, lembranças de todos nós. É o blogue CARÍSSIMAS CATREVAGENS. Gosto muito desse blogue e até tenho o link para ele, aí na relação dos blogies amigos. Vale a pena ser lido e estar na relação de Favoritos. Postagens muito interessantes! A última postagem é uma crônica que precisa ser lida. Nem vou dizer o assunto. Apenas o título: DESMANTELO SÓ PRESTA GRANDE! Confiram! O endereço: http://carissimascatrevagens.blogspot.com/
Abração e até à próxima.
JF
Outro dia contei a história da contusão que me "tirou" da seleção brasileira do mundial de 62. Hoje vou contar duas histórias do Miguel.
O prédio ainda era o antigo casarão da avenida Paulista, 2324, cuja fachada pegava quase toda a quadra, entre as ruas Bela Cintra e a Haddock Lobo, apenas limitado pela igreja, na esquina da Bela Cintra. Evidentemente, isso foi em uma época em que o casarão, do final do século 19 ou início do século 20, não estou certo, ainda não tinha sido derrubado na calada de uma noite, para evitar protestos de saudosistas.
Durante uma aula de física, do Padre Fortuna, velhinho amigo da turma e que tinha uma prótese de madeira em uma das mãos, por tê-la perdido em uma experiência de laboratório, o Miguel pediu licença para ir ao banheiro.
Enquanto ele estava "lá fora", uma tremenda explosão sacudiu o velho prédio.
Gentes, minutos depois surge o Miguel, mais branco que papel branco lavado com um bom alvejante e, inclusive, com um tremendo zumbido noo ouvidos. Enquanto êle estava "lá", pensando na vida em um dos reservados, se é que vocês me entendem, alguém entrou e colocou uma tremenda bomba em outro dos reservados do banheiro. Precisamente como previa e pretendia o autor, a bomba explodiu. E que explosão! Derrubou todos os azulejos do reservado, além de destruir a bacia. Isso com o pobre do Miguel devidamente acomodado dentro de outro reservado.
Mas, o que marcou mesmo o momento, foi o comentário do Padre Fortuna ao ouvir o estouro:
"Puxa! O Miguel estava mal, mesmo!"
Mas, o Miguel gostava de aprontar. Lembram que eu falei no Luiz "O Forte", halterofilista fanático, grande amigo de todos, e que fazia parte da inexpugnável zaga da seleção de futebol da classe? Aquela zaga que deixava passar todas as bolas, mas nenhum jogador adversário? Pois o Miguel desafiou o Luiz para uma luta de "Braço de Ferro". É assim: Os participantes ficam um de frente para o outro, com os cotovelos apoiados em uma superfície plana, em geral uma mesa, um pega a mão do outro e procura, sem tirar o cotovelo da superfície em que se apóia, puxar o braço do outro para a esquerda. Vence aquele que fizer o braço do outro, em sua totalidade, tocar na superfície. Evidentemente, o Miguel não teria a mínima condição de vencer o Luiz. O rapaz era forte, mesmo! A notícia do desafio correu o colégio. Na hora do recreio, veio todo mundo assistir à derrota massacrante do Miguel. Lógico que, por folia, a imensa maioria dos assistentes torcia pelo Miguel, enquanto uns pouquíssimos faziam as vezes de torcida do Luiz. Começado o jogo, ao contrário do que se poderia imaginar, o Miguel, firme e inamovível, conseguia sustentar o braço do Luiz e não caia. E o Luiz, cada vez mais ia ficando vermelho pela força cada vez maior que ia empregando. E o Miguel, só sustentando posição, com um leve sorriso trocista na boca, o que deixava o outro ainda mais furioso. E O Luiz fazia força! E o Miguel, firme como o rochedo de Gibraltar. E o povaréu já chegava ao delírio!
Bom, o Miguel lutava vestido com uma camisa de mangas compridas, abotoada nos punhos, e, ainda por cima, vestia um paletó, embora eu não lembre se era um dia frio. Escondido pelo punho abotoado, o Miguel tinha uma ponta de cinto presa ao redor do pulso. O cinto avançava por dentro da manga da camisa, atravessava por dentro dela e saia por baixo do paletó, para trás, onde três outros "sócoios" seguravam o cinto e faziam uma força dos diabos para conter a força do Luiz. O qual, evidentemente, com tanta gente junta ao redor de ambos, não percebia o que estava acontecendo. Mas, aquela gente toda, que via o que estava acontecendo, estava era se divertindo às custas do pobre halterofilista desavisado que, acho, nunca fez tanta força na vida.
E, assim, heroicamente, o Miguel ia resistindo ao Golias Luiz. Até que o inesperado aconteceu. Um baita de um estalo e o cinto partiu-se em dois, arremessando os três asséclas do Miguel, agora desequilibrados com o repentino movimento, para longe. Logicamente, o Luiz em uma fração de seguno dobrou o braço do Miguel e venceu a luta. Mas vocês precisavam ver a cara dele quando percebeu o que havia acontecido. Era raiva e ao mesmo tempo satisfação por ter vencido daquela forma.
Grandes tempos! Grandes amigos!
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Pessoal, minha filha a Lu Farias, desenhista, ilustradora, voltou a postar seus desenhos no seu blogue específico, o http://lucianadesenhista.blogspot.com/ Vale a pena dar uma conferida.
Igualmente, meu cão beagle, o Eddie Wood, aquele que me obriga a digitar seus textos doidos em seu blogue, está com postagem nova. Deve estar entrando neste momento ou em minutos. Desta vez, ele deixou de lado a sua proverbial (e falsa) modéstia, para falar da Carol, uma menina que tem prazer em recolher cães abandonados, aqueles que não sabem nem procurar água e comida, e arrumar um novo lar para eles. Uma mensagem bem bonita. http://edbeagle.blogspot.com/
- - - - -
Pessoal, este adendo estou colocando após a publicação do post. Não deu para esperar a próxima blogagem, pois refere-se a uma postagem que acabo de ler em excelente blogue.
O Marcos Dhotta edita um blogue muito bom de suas lembranças e, muitas delas, lembranças de todos nós. É o blogue CARÍSSIMAS CATREVAGENS. Gosto muito desse blogue e até tenho o link para ele, aí na relação dos blogies amigos. Vale a pena ser lido e estar na relação de Favoritos. Postagens muito interessantes! A última postagem é uma crônica que precisa ser lida. Nem vou dizer o assunto. Apenas o título: DESMANTELO SÓ PRESTA GRANDE! Confiram! O endereço: http://carissimascatrevagens.blogspot.com/
Abração e até à próxima.
JF
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